<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667</id><updated>2012-02-16T20:43:24.021-08:00</updated><category term='Formulas de Lançamentos Contábeis'/><category term='O Objetivo da Contabilidade'/><category term='Escola  Alemã'/><category term='Escola Controlista'/><category term='Escola Patrimonialista'/><category term='Evolução Histórica da Contabilidade'/><category term='Escola Italiana'/><category term='Teoria Personalistica'/><category term='Lançamentos'/><category term='Escola Aziendalista'/><category term='Função essencial da conta'/><category term='Atos e Fatos Administrativos'/><category term='Partidas Dobradas'/><category term='Paginas'/><category term='A Contabilidade no Brasil'/><category term='Escola Norte Americana'/><category term='Gestão'/><category term='Teoria da Contabilidade - Noções Gerais'/><category term='Teoria Materialista'/><category term='Natureza das Contas'/><category term='Escola Neocontista'/><category term='Escola Personalisticas'/><title type='text'>Teoria Contabil</title><subtitle type='html'>Blog sobre teoria da contabilidade</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>28</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-773778194803421411</id><published>2009-09-12T19:27:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T19:58:08.971-07:00</updated><title type='text'>O surgimento da Contabilidade de Custos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Consiste em estudar o surgimento da Contabilidade de Custo, os diversos tipos de custos e suas respectivas terminologias, juntamente com sua grande importância que exerce em um período quando se trabalha com a escassez de recursos e precisa-se chegar a resultados favoráveis para a saúde e sobrevivência das Empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surgimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humanidade passou por diversas transformações ao longo dos tempos, seja no que diz respeito ao relacionamento com o próximo ou no modo como guardava e registrava seus bens.&lt;br /&gt;A Contabilidade de Custo surgiu pela necessidade de avaliar estoques nas indústrias, por volta do século XVIII, quando acontecera a Revolução Industrial e teve como base a Contabilidade Financeira ou Contabilidade Geral, que foi sendo desenvolvida na Era Mercantilista para servir de grande base estrutural para as empresas comerciais.&lt;br /&gt;Segundo Martins (2003, p. 19), “para a apuração do resultado de cada período, bem como o levantamento do Balanço em seu final, bastava o levantamento dos estoques em termos físicos, já que sua medida em valores monetários era extremamente simples”.&lt;br /&gt;O Contador verificava o montante pago por item estocado e dessa maneira custeava as mercadorias, fazendo o cálculo basicamente por diferença, computando o quanto possuía de estoques iniciais, adicionando as compras do período e comparando com o que ainda restava, apurava o valor de aquisição das mercadorias vendidas, na clássica disposição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo das mercadorias vendidas&lt;br /&gt;Estoques Iniciais&lt;br /&gt;(+) Compras&lt;br /&gt;(-) Estoques Finais&lt;br /&gt;(=) Custo das Mercadorias Vendidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lucro bruto nada mais era que o montante resultante do cálculo demonstrado confrontando com as Receitas Líquidas e a subtração das despesas que eram necessárias à manutenção da entidade durante o período, juntamente com as Vendas dos Bens e o financiamento de suas atividades.&lt;br /&gt;Com esses processos um pouco mais complexos do que anteriormente se conhecia, pode-se dizer que a Demonstração de Resultado de uma Empresa nascia a partir destes fatos.&lt;br /&gt;Quadro 03. Demonstração do resultado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demonstração de Resultados&lt;br /&gt;Vendas Líquidas&lt;br /&gt;(-) Custo das Mercadorias Vendidas&lt;br /&gt;Estoques Iniciais&lt;br /&gt;(+) Compras&lt;br /&gt;(-) Estoques Finais&lt;br /&gt;(=) Lucro Bruto&lt;br /&gt;(-) Despesas&lt;br /&gt;Comerciais (vendas)&lt;br /&gt;Administrativas&lt;br /&gt;Financeiras&lt;br /&gt;Resultado Antes do I.R&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As produções dos bens eram geralmente feitas por pessoas físicas comuns, que não constituíam empresa Jurídica. A maioria delas viviam do comércio e não da produção ou fabricação de bens, sendo assim mais fácil de conhecer e identificar o valor de compra dos bens, podendo simplesmente a consulta dos documentos de aquisição.&lt;br /&gt;O contador, a partir desde momento, passa a ser uma peça fundamental em uma empresa, pois o surgimento das indústrias exigiu que este tivesse que elaborar o Balanço Patrimonial e as Demonstrações de Resultado do Exercício com uma outra visão, sendo que o valor de compras nas empresas comerciais estava sendo substituído por uma série de valores pagos pelos fatores de produção utilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais razoável, para solução desse problema, do que vermos o Contador tentando adaptar à empresa industrial os mesmos critérios utilizados na comercial. Nesta, no balanço final, permaneciam como estoques no Ativo apenas os valores sacrificados pela compra dos bens. Nenhum outro valor relativo a juros e outros encargos financeiros, a honorários dos proprietários e administradores, a salários e comissões de vendedores e outros, era ativado. Todos estes gastos automaticamente apropriados como despesas do período, independentemente da venda ou não de mercadorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou-se então a adaptação, dentro do mesmo raciocínio, com a formação dos critérios de avaliação de estoques no caso industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipos de Custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São variadas as definições de custo, mas todas englobam no seu contexto a essência da palavra na sua interpretação.&lt;br /&gt;Pode-se observar que a quantidade de tipos de custos é muito extensa, passando de setenta e cinco termos.&lt;br /&gt;Existem diversos tipos de custos e despesas no mundo da Contabilidade, faz-se necessário a definição de alguns mais usados, para que se possa adquirir o entendimento necessário para a interpretação de fatos rotineiros.&lt;br /&gt;Custo Fixo – É aquele de natureza constante, que não mantém proporcionalidade para a produção, ou seja, independe do aumento da mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo Variável – É o custo que varia do total proporcionalmente às mudanças no nível de atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo de Reposição – Valor pago por um bem que irá substituir um outro que saiu, por venda, consumo ou obsolescência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo de Vida – Montante dos gastos realizados pelos membros da sociedade, relativo à alimentação, vestuário, moradia, transporte e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo Direto – É aquele que consiste nas aplicações diretas à produção, como a clássica dupla: Matéria prima e mão de obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;usto Indireto – É aquele que representa as despesas que se incorporam indiretamente à produção, por meio de rateios percentuais, baseados nos centros de carga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo Global – O mesmo que custo final ou custo geral.&lt;br /&gt;Custo Industrial – É aquele que representa os gastos diretos e despesas indiretas da produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo Marginal – Representa a carga que se faz à produção, visando o aumento quantitativo da mesma, com conseqüente diminuição de custo, da unidade produzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo Médio – Sistema prático na determinação dos custos nas empresas de produção contínua e homogênea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo Unitário – Representa as despesas e gastos integrantes de uma unidade de produção.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-773778194803421411?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/773778194803421411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/o-surgimento-da-contabilidade-de-custos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/773778194803421411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/773778194803421411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/o-surgimento-da-contabilidade-de-custos.html' title='O surgimento da Contabilidade de Custos'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-9045661636528325464</id><published>2009-09-12T19:22:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T19:30:22.933-07:00</updated><title type='text'>EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Para que se possa compreender com mais afinco a contabilidade, se faz necessário uma abordagem do início de suas profundas origens, pois só as origens darão uma melhor idéia para justificar os fatos presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo fato do homem não saber escrever há mais de 20.000 anos atrás, ele criou uma das formas mais primitivas de inscrição, que foi a artística, para registrar seus feitos durante o dia. O homem caçava algum animal ou apanhava algum fruto e posteriormente registrava em pinturas gravadas nas paredes esses fatos, podendo-se concluir que nascia daí a necessidade de controle da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observa-se que a Contabilidade possui algo em comum com a arte, a Escrita e a Matemática, pois são ciências que surgiram ao se usar uma a outra como base para registros dos fatos que ocorriam no dia-a-dia.&lt;br /&gt;Segundo Sá (1997, p. 21), O mais antigo documento dessa época que se conhece parece ser o que nos apresenta Figuier. Foi encontrado na gruta D´Aurignac, no departamento de Haute Garone, na França; uma lâmina de osso de rena, contendo sulcos que indicam quantidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.1. Registros do patrimônio&lt;br /&gt;Os fatos anteriormente citados evidenciam uma pequena parcela do que, com o passar dos anos, o homem descobriria sozinho como registrar seus bens usando até então a desconhecida Contabilidade.&lt;br /&gt;Segundo Sá (1997, p. 19) “o nascimento da Contabilidade é o da inscrição de elementos da riqueza patrimonial, passando, aos poucos, a registros de melhor qualidade”.&lt;br /&gt;Há mais de 6.000 anos atrás, o comércio era intenso, o controle religioso sobre o Estado já era grande e poderoso, daí derivando grande quantidade de fatos a registrar, ensejando, também, o desenvolvimento da escrita Contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os registros eram feitos usando-se peças de argila com relação a cada fato, quando surgiu a expressão “meu” e “seu”, de Débito e Crédito, sendo “Débito” (o que alguém tem que me pagar) e “Crédito” (o que eu devo pagar a alguém).&lt;br /&gt;Com o advento do Papiro no Egito, a Contabilidade só teve a ganhar, pois ela pode ter seus registros mais sofisticados passados em Livros Contábeis. A invenção da escrita impulsionou mais a evolução, segundo estudiosos da questão, foi a escrita Contábil que deu origem à escrita comum e não o inverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Sá (1997, p. 19),Amplo era o uso dos livros na antiguidade clássica, porque ampla era a análise dos fatos, os romanos chegavam a ter um livro de escrituração de fatos patrimoniais para cada atividade que era desenvolvida (livro de fabricação do azeite, livro da fabricação do vinho, livro dos bens patrimoniais, livros das despesas e receitas, e outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.2. Partidas dobradas - O registro de um fato em sua causa e efeito fez surgir o que se chama de Partidas Dobradas, sendo que todo Débito equivale a um Crédito e vice-versa.&lt;br /&gt;Existem várias especulações sobre o surgimento desta técnica de Partidas Dobradas, mas seu autor, em verdade, não se conhece.&lt;br /&gt;Vários fatos impulsionaram seu surgimento, entre eles destacam-se o crescimento do Capitalismo nos fins da Idade Média, a aplicação dos números arábicos à escrituração e a maior necessidade de dar relevo às contas do lucro e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sá (1997, p. 34) afirma que:&lt;br /&gt;A influência da matemática, o fato de a escrita contábil estar atada ao cálculo desde seus primeiros tempos e ter-se intensificado seu ensino nas escolas de matemática, tudo isto nos fez aceitar a força da mente lógica como geradora do processo das Partidas Duplas. O hábito das equações, o valor das matemáticas associadas à contabilidade, pode ser gerado a hábito da igualdade de Débito e Crédito, e esta nos parece uma hipótese bastante forte no campo histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em novembro de 1494, o franciscano italiano frei Luca Pacioli publicou a primeira literatura contábil “relevante”, consolidando o método das Partidas Dobradas, com expressões de causa e efeito do fenômeno patrimonial com os termos de Débito e Crédito. &lt;br /&gt;O conceito de dualidade freqüentemente utilizado para justificar as partidas dobradas apenas exige que sejam reconhecidos dois lados de cada transação. Isto poderia ser com igual facilidade feito numa única coluna, usando-se sinais positivos e negativos, quanto em duas colunas com débitos e créditos.&lt;br /&gt;Vale salientar que nessa época vários eram os folhetins publicados por diversos autores sobre a contabilidade, mas nenhum foi tão completo quanto ao do frei, sendo que o mesmo não descobriu as Partidas Dobradas, mas sim aprimorou a conhecimento sobre o citado assunto, pois elas já eram conhecidas e usadas desde o século XIII.&lt;br /&gt;Várias são as hipóteses sobre o surgimento das Partidas Dobradas, cada autor o interpreta de um modo. Observando-se esta dificuldade, é difícil e delicado afirmar quem foi o verdadeiro pai das Partidas, pois elas foram evoluindo gradativamente e em cada época os estudiosos aperfeiçoavam-nas conforme suas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.3. Surgimento das escolas de contabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias são as teses que evidenciam o surgimento e desenvolvimento da Contabilidade. O desenvolvimento econômico acompanha de perto o desenvolvimento Contábil. Em 1920, com a grande ascensão dos EUA, deu-se origem à Escola Norte-Americana.&lt;br /&gt;Com o surgimento das grandes Corporations, principalmente no século atual, adicionando-se o desenvolvimento do mercado de capitais, a Contabilidade encontrou um campo propício para o seu desenvolvimento com teorias e aplicações no campo prático.&lt;br /&gt;Os Estados Unidos herdaram da Inglaterra a tradição de Auditoria, criando lá sólidas raízes.&lt;br /&gt;No início do século XX, a chamada Escola Européia teve sua queda, quando a Escola Norte-americana obteve sua ascensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.4. Diferenças entre as escolas européias e norte americanas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando-se o quadro abaixo, pode-se notar as relevantes diferenças entre as duas escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas razões da Queda da Escola Européia (especialmente italiana)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Excessivo Culto à Personalidade: grandes mestres e pensadores da Contabilidade ganharam tanta notoriedade que passaram a ser vistos como “oráculos” da verdade Contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ênfase a uma Contabilidade Teórica: as mentes privilegiadas produziam trabalhos excessivamente teóricos, apenas pelo gosto de serem teóricos, difundindo-se idéias com pouca aplicação prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Pouca Importância à Auditoria: principalmente na legislação italiana, o grau de confiabilidade e a importância da auditagem não eram enfatizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Queda do nível das principais faculdades: principalmente as faculdades italianas, superpovoadas de alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas razões da Ascensão da Escola Norte-Americana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Ênfase ao Usuário da Informação Contábil: a Contabilidade é apresentada como algo útil para a tomada de decisões, evitando-se endeusar demasiadamente a Contabilidade; atender os usuários é o grande objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ênfase à Contabilidade Aplicada: principalmente à Contabilidade Gerencial. Ao contrário dos europeus, não havia uma preocupação com a teoria das contas, ou querer provar que a Contabilidade é uma ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Bastante Importância à Auditoria: como herança dos ingleses e transparência para os investidores das Sociedades Anônimas (e outros usuários) nos relatórios contábeis, a auditoria é muito enfatizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Universidades em busca de qualidade: grandes quantias para as pesquisas no campo contábil, o professor em dedicação exclusiva, o aluno em período integral valorizaram o ensino nos Estados Unidos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-9045661636528325464?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/9045661636528325464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/evolucao-da-contabilidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/9045661636528325464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/9045661636528325464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/evolucao-da-contabilidade.html' title='EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-324303265243354909</id><published>2009-09-11T12:38:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T19:31:11.016-07:00</updated><title type='text'>OS LIVROS UTILIZADOS NA CONTABILIDADE.</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Os principais livros utilizados na contabilidade são: o Diário, o Razão, o Caixa e o Inventário.  Outros livros auxiliares que variam em quantidade e espécie, de acordo com a natureza e as necessidades de cada empresa, também podem ser usados. &lt;br /&gt;Existem também os livros exigidos pela legislação fiscal, cujo valor, sob o aspecto contábil, é bastante reduzido, entre eles citamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.- Livro registro de entradas de mercadorias;&lt;br /&gt;2.- Livro registro de saídas de mercadorias;&lt;br /&gt;3.- Livro de apuração do ICMS;&lt;br /&gt;4.- Livro de apuração do IPI;&lt;br /&gt;5.- Livro de apuração do lucro real e outros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os livros podem ser classificados segundo seus fins:&lt;br /&gt;a) Obrigatórios:  Os livros exigidos por lei;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Facultativos: Os livros escriturados no interesse exclusivo do comerciante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo sua natureza:&lt;br /&gt;a) Cronológicos: &lt;br /&gt;Aqueles em que a escrituração é feita em ordem cronológica, isto é, segundo a sucessão de dia, mês e ano;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Sistemáticos: &lt;br /&gt;Aqueles em que os lançamentos são feitos em ordem sistemática,  agrupando-se os registros segundo sua natureza e finalidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo sua utilidade:&lt;br /&gt;a) Principais: &lt;br /&gt;São os livros que oferecem todas as informações relativas à contabilidade.  Servem  de fonte de informação sobre todas as operações realizadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Auxiliares: &lt;br /&gt;São os livros que particularizam as operações, oferecendo, em separado, uma análise específica e quantitativa de determinados valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DIÁRIO.&lt;br /&gt;O livro diário é obrigatório e registra todas as operações e transações realizadas pela empresa. Os lançamentos neste livro obedecem a ordem cronológica de dia, mês  ano.  Os registros podem ser feitos agrupadamente em partidas mensais, desde que utilizados livros auxiliares em que estas operações estejam individuadamente registradas em ordem cronológica de dia, mês e ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro diário. bem como os demais livros de escrituração devem se revestir de certas formalidades denominadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Formalidades extrínsecas: os livros devem ser encadernados, ter suas folhas numeradas, estar autenticados na Junta Comercial, conter os termos de abertura e de encerramento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Formalidades intrínsecas: Os lançamentos devem ser feitos (à mão, mecânica ou eletronicamente ) em  tinta preta ou azul, sem emendas, rasuras, raspaduras ou borrões, linhas em branco, em ordem cronológica, mantendo um método de contabilidade uniforme, em moeda e idioma nacional.&lt;br /&gt;O livro Diário pode ser desdobrado em vários livros auxiliares, todos revestidos das mesmas formalidades, cada um para o registro de fatos de determinada natureza.  Assim, podemos ter o diário auxiliar de clientes, o diário auxiliar de fornecedores e outros. No livro diário geral far-se-á o registro do resumo dos lançamentos contidos nos livros auxiliares&lt;br /&gt;Os lançamentos no livro Diário devem ser feitos em ordem cronológica; respeitadas as formalidades intrínsecas. Os erros cometidos na escrituração do livro Diário são corrigidos através de estornos ou de lançamentos complementares. Não se admite raspar (apagar) um erro cometido na escrituração do diário. Nem tampouco o uso de verniz corretivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os lançamentos no Diário devem ser feitos de forma clara e concisa, e compõem-se de cinco partes importantes e indissociáveis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) - a data em que se realizou a operação;&lt;br /&gt;2) - a conta devedora;&lt;br /&gt;3) - a conta credora;&lt;br /&gt;4) - o histórico;&lt;br /&gt;5) - o valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LIVRO RAZÃO.&lt;br /&gt;O livro Razão é um livro sistemático e, apesar de facultativo é um livro de grande utilidade e importância na Contabilidade. A legislação tributária atualmente exige a manutenção deste livro pelo período de cinco anos, caracterizando-o como um livro obrigatório perante as leis fiscais.&lt;br /&gt;O livro razão é um livro sistemático - destina uma folha para cada conta - selecionando operações relativas a cada elemento específico do patrimônio.  Os lançamentos no livro razão são feitos em ordem cronológica dentro de cada conta.  O razão também pode ser escriturado em fichas, utilizando-se uma destas para cada conta.&lt;br /&gt;Cada lançamento no Diário, implica necessariamente na sua transcrição para o livro Razão. A conta debitada no Diário será, também, debitada no razão; e vice-versa, a conta creditada no diário, será também, necessariamente, creditada no razão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LIVRO CAIXA&lt;br /&gt;O Caixa é o livro onde são registradas todas as operações que envolvam bens numerários.  É portanto um livro de ordem sistemática, muito embora as operações financeiras venham a ser registradas em ordem cronológica. O livro Caixa é um livro facultativo, apesar da sua grande utilidade nas empresas, sendo considerado mesmo indispensável nos grandes empreendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escrituração do livro em análise divide-se em duas partes:&lt;br /&gt;a) - uma para o débito - onde são lançadas todas  as entradas de dinheiro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) - uma para o crédito - onde se registram todas  as saídas de bens numerários.&lt;br /&gt;O saldo apresentado pelo livro Caixa deve coincidir com o saldo da conta "Caixa" apresentado pela contabilidade e com os valores existentes em cofre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LIVRO CAIXA E O IMPOSTO DE RENDA.&lt;br /&gt;O artigo 18 da Lei n. 8.541/92 determina que as empresas que optem pela tributação simplificada devem escriturar os recebimentos e os pagamentos de cada mês em um livro Caixa (exclusão feita às empresa que mantiverem escrituração contábil). Não mantendo os registros contábeis completos, a escrituração do livro Caixa torna-se obrigatória, mesmo que a empresa mantenha os outros livros fiscais escriturados regularmente.&lt;br /&gt;Neste livro são registradas todas as operações que envolvam as disponibilidades da empresa, tanto em Caixa quanto em Bancos; assim, mesmo os rendimentos de aplicações financeiras; as despesas bancárias normalmente lançadas diretamente na conta bancária do investidor, ainda que não transitem pelo Caixa, devem ser registradas no mesmo. Também os valores creditados diretamente em conta bancária correspondentes a qualquer importância recebida, bem como os pagamentos efetuados mediante cheque bancário, precisam ser registrados neste livro "Caixa".&lt;br /&gt;O saldo deste livro representa o montante dos valores disponíveis em Caixa mais o saldo das contas representativas das disponibilidades existentes em depósitos bancários.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-324303265243354909?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/324303265243354909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/os-livros-utilizados-na-contabilidade.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/324303265243354909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/324303265243354909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/os-livros-utilizados-na-contabilidade.html' title='OS LIVROS UTILIZADOS NA CONTABILIDADE.'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-8243163558651910394</id><published>2009-09-11T12:32:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T19:32:06.334-07:00</updated><title type='text'>PLANO DE CONTAS.</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O Plano de Contas é a estrutura sobre a qual se constrói e elabora a escrituração, com a finalidade de mantê-la ordenada de forma a obter, de maneira clara e objetiva, os dois instrumentos informativos mais importantes da contabilidade: O Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, o plano de contas deve ser planejado com a mesma estrutura do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Plano de Contas deve ser tão detalhado quanto seja o interesse da empresa em informações detalhadas; inexistem regras que estabeleçam o número máximo ou o número mínimo de contas que deve conter um plano de contas.  É preciso que se saiba, todavia, que o plano de contas deve ser suficientemente elástico afim de permitir a inclusão de novas contas, sempre que elas se fizerem necessárias.     Repetimos, o grau de detalhamento do plano de contas varia segundo o interesse do contador e da empresa levando em consideração, sempre, a necessidade de registrar todas as ocorrências na vida de uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÉCNICA DE ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTAS.                                                       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Plano de contas deve possuir contas em número suficiente para registrar todos os valores positivos, todos os valores negativos, todos os ingressos e todas as despesas de forma detalhada a fim de não ocorrerem confusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na preparação do Plano de Contas deve-se iniciar do grupo maior para os grupos menores - do geral para o particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, podemos dizer que o nosso plano de contas pode se dividir em quatro grandes grupos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) CONTAS PATRIMONIAIS:   1- ATIVO&lt;br /&gt;2- PASSIVO e PATRIMONIO LÍQUIDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) CONTAS DE RESULTADO;  3- RECEITAS&lt;br /&gt;4- DESPESAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, visando a elaboração da demonstração do resultado do exercício, em apenas três:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. ATIVO;&lt;br /&gt;2. PASSIVO e PATRIMÔNIO LIQUIDO&lt;br /&gt;3. CONTAS DE RESULTADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para codificação do plano de contas não existe regras estabelecidas sobre a forma de codificar o plano de contas. Como, porém os números oferecem uma maior facilidade de ordenamento, geralmente adota-se um código numérico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adotado o código numérico, as contas de primeiro grau serão designadas pelos seguintes dígitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1, designando as contas do ATIVO&lt;br /&gt;2, designando as do PASSIVO e do PATRIMONIO LIQUIDO&lt;br /&gt;3 – designando as CONTAS DE RESULTADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, para buscarmos uma conta representativa de um bem ou direito (uma conta ativa) procuraremos uma cujo dígito codificador inicial seja "1"; quando quisermos uma conta representativa de uma obrigação (uma conta passiva) ou uma conta que represente uma parte do patrimônio líquido procuraremos uma conta cujo dígito inicial seja "2", já as contas de resultado serão procuradas pelo dígito 3, indicativo do grupo a que pertencem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema de graduação das contas funciona como se fosse uma árvore (ou melhor, três árvores), uma para o ativo, uma para o passivo e outra para as contas de resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As contas de primeiro grau representam os agrupamentos principais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. ATIVO agrupando todas as contas que representam   bens ou direitos da empresa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. PASSIVO agrupando todas as contas que representam  as obrigações da empresa e o capital    próprio (Patrimônio líquido);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.- CONTAS DE RESULTADO agrupando as contas de resultado. Seu saldo representa uma receita, um ingresso, um  lucro, quando credor, ou uma despesa, um gasto, uma perda, quando devedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As contas de segundo grau são aquelas que representam o agrupamento de contas em que se divide o ativo, o passivo e as contas de resultado, com o mesmo ordenamento em que é feita a apresentação das demonstrações contábeis; assim, teremos dentro do ativo, os seguintes grandes grupos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.-   ATIVO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 - ATIVO CIRCULANTE - Este grupo agrega as contas que representam os valores disponíveis em caixa,  em bancos, os valores a receber até a data do próximo balanço, os estoques e as despesas pagas antecipadamente e que  influenciarão os resultados do exercício seguinte. Este grupo pode ser dividido em outros subgrupos de acordo com as necessidades e conveniências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.2 - ATIVO REALIZAVEL A LONGO PRAZO - Este grupo agrega as contas que representam os valores a receber (0s direitos) que só venham a vencer após o balanço seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3 - ATIVO PERMANENTE – Neste grupo agregam-se as contas representativas dos bens adquiridos com caráter permanente, adquiridos com a intenção de usá-los, sem a intenção de revendê-los. Este grupo se divide em três outros grupos distintos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3.01 – INVESTIMENTOS - Agrupa as contas que representam as aplicações de recursos financeiros em outras empresas ou em bens que  não mantenham relação com a atividade objeto da empresa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3.02 – IMOBILIZAÇÕES – Aqui se agrupam as contas que representam as aplicações de recursos financeiros que visam a manutenção da atividade objeto da empresa e a s respectivas contas de regularização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3.03 – DIFERIDO - Este é o grupo que agrega as contas que representam as despesas que influenciarão o resultado de vários exercícios futuros, tais como:&lt;br /&gt;despesas pré-operacionais&lt;br /&gt;benfeitorias em imóveis de terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.- PASSIVO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 - PASSIVO CIRCULANTE - Reúne as contas representativas das obrigações da empresa, vencíveis no decurso do exercício seguinte (antes do  próximo balanço);         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 - PASSIVO EXIGIVEL A LONGO PRAZO - Agrupa as contas que representam as obrigações que tiverem seu vencimento após o decurso do exercício seguinte (após o próximo balanço)    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 - RESULTADO DE EXERCICIOS FUTUROS - Neste grupo são reunidas as contas que representam as receitas e despesas  relativas a obras cujo ciclo operacional seja superior a um ano. Ex.: a construção de um edifício; etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4 - PATRIMÔNIO LIQUIDO  - Este grupo de contas representa o patrimônio líquido da empresa, formado pelo  seu capital social, suas reservas e lucros ou prejuízos acumulados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - RESULTADO DO PERIODO - Este é o grupo que agrega as contas de toda natureza que representem ingressos, receitas ou lucros de um lado e, de outro, as contas que representam custos, despesas ou perdas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 - RECEITA BRUTA - Reúne as contas que representam a receita bruta das vendas de mercadorias, de  mercadorias e serviços, ou apenas de  serviços;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 - ABATIMENTOS DA RECEITA BRUTA - Reúne as contas que representam as vendas anuladas, os descontos incondicionais e os impostos incidentes sobre as vendas, dos quais o comerciante é mero  repassador (ICMS, PIS e COFINS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 - CUSTO DAS VENDAS -   Neste grupo se reúnem as contas utilizadas na apuração do Custo das mercadorias vendidas: Mercadorias estoque (EI); Compras à vista; Compras a prazo; Fretes sobre compras e Devolução de compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 - DESPESAS OPERACIONAIS - Todas as despesas necessárias à atividade geral da empresa, tendo em vista  o  fim a que ela se propõe. &lt;br /&gt;Este grupo, geralmente, é dividido em subgrupos de acordo com o interesse da  empresa. (Despesas com vendas, Despesas administrativas, Despesas Financeira, etc.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.5 - RECEITAS NAO OPERACIONAIS - São as receitas que não mantém vinculação com a atividade objeto da empresa.  A receita apurada na venda de um bem do ativo imobilizado é um exemplo de receita não operacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.6 - DESPESAS NÃO OPERACIONAIS - Despesas que não mantém vinculação com  a atividade a que a empresa se propôs. A baixa, pelo valor contábil , de bem do ativo permanente alienado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os lançamentos serão sempre feitos nas contas de 5º  grau, este registro será automaticamente transferido para as contas de 4.º daí para as de 3.º grau, destas para as contas de 2.º  grau e destas para as de l.º grau.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-8243163558651910394?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/8243163558651910394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/plano-de-contas.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8243163558651910394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8243163558651910394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/plano-de-contas.html' title='PLANO DE CONTAS.'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-6026553575653183403</id><published>2009-09-11T12:09:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T19:33:12.353-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>GESTÃO</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Até este ponto vimos considerando o patrimônio num determinado momento de seu processo evolutivo. Na verdade, patrimônio estático não existe.  Herrmann Junior, já afirmava que "a situação patrimonial, revelada pelo balanço, no fim de cada exercício, corresponde a um instantâneo apanhado das operações em marcha."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas iniciam-se com uma dotação em dinheiro que é aplicada em meios econômicos e serviços para serem, posteriormente, reconvertidos em dinheiro que voltará a ser aplicado e assim sucessivamente, até o término de sua existência; quando seu capital será reduzido à sua expressão inicial, que é o dinheiro. A diferença entre o que a empresa possuía no início de suas atividades e o que ela apurou no final de sua existência vai indicar o resultado de suas atividades, o resultado de sua gestão.&lt;br /&gt;A gestão é o conjunto de operações que visam diretamente alcançar os objetivos que a empresa se propôs. A gestão desenvolve-se através das ações dos órgãos da empresa; ações voltadas à obtenção dos fins colimados pela empresa e que, geralmente se resumem na obtenção de lucros.&lt;br /&gt;Não obstante ser única a gestão, iremos apreciá-la sob dois aspectos ou momentos distintos: o econômico e o financeiro. Daí falar-se em gestão econômica e gestão financeira.&lt;br /&gt;A gestão financeira desenvolve-se em entradas e saídas de dinheiro (monetárias) e tende a assegurar o equilíbrio financeiro indispensável a qualquer empresa.     A gestão econômica relaciona-se com a formação dos réditos (resultados), sua distribuição ou aplicação.&lt;br /&gt;Entre as entradas e saídas de numerário - fenômenos financeiros - e os ingressos e custos  - fenômenos econômicos - existem correlações que se manifestam de forma direta e imediata.   Não é pois possível traçar uma linha separando a gestão financeira da gestão econômica.&lt;br /&gt;Os fenômenos econômicos próprios de cada empresa processam-se de forma ininterrupta na busca da formação do resultado por ela visado. A formação das receitas e das despesas é um fenômeno contínuo, sem interrupção. A gestão não se interrompe por ocasião do encerramento do balanço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que uma empresa não pode aguardar até o encerramento de suas atividades para apurar o resultado verificado nas suas transações. Em conseqüência, adotou-se,  por imperiosa necessidade dos proprietários da empresa, que necessitam analisar periodicamente as atividades de sua gestão, e por imposição legal, para que os agentes do governo possam apurar o montante dos tributos devidos, a divisão da vida da empresa (gestão) em unidades de tempo de igual duração chamados de "exercício financeiro"&lt;br /&gt;A unidade de tempo em que se divide a existência - a gestão - das empresas para apuração parcelada dos resultados denomina-se, pois, "exercício financeiro".     A escolha da unidade de tempo a ser adotada como exercício financeiro deveria decorrer de critério totalmente convencional e de exclusivo interesse da empresa.     Hoje, no Brasil, por imposição de norma legal, o exercício financeiro coincide com o ano-calendário para as empresas de pequeno e médio porte; já as empresas de maior porte (as que recolhem o imposto de renda pelo lucro real), estão obrigadas a encerrar mensalmente seus balanços o que implica em dizer que o exercício financeiro fiscal para estas empresas equivale a um mês.&lt;br /&gt;A divisão da gestão em exercícios financeiros, para os efeitos de apuração periódica dos resultados, trouxe, por via de conseqüência, o surgimento de vários problemas que a contabilidade teve de enfrentar e resolver, especialmente em relação aos fatos  ainda em processo de formação por ocasião do término do exercício financeiro.&lt;br /&gt;Um dos problemas enfrentados consiste em decidir-se se as receitas e as despesas em formação devem ser imputadas ao exercício em que são formadas ou ao exercício em que sejam pagas ou recebidas, respectivamente.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-6026553575653183403?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/6026553575653183403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/gestao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/6026553575653183403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/6026553575653183403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/gestao.html' title='GESTÃO'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-1151746737179659025</id><published>2009-09-08T03:40:00.000-07:00</published><updated>2009-09-08T03:40:40.831-07:00</updated><title type='text'>Contabilidade e a Ética</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Conceitos de ética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado no livro: Ética geral e Profissional em Contabilidade de Lázaro Plácido Lisboa (Coordenador), 2º Edição, Editora Atlas, São Paulo, 2.006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes temos que tomar decisões ou fazer julgamentos, as quais nem sempre sabemos se estamos agindo de forma correta. Se este julgamento foi baseado numa lei de natureza ambiental, por exemplo, o resultado estará sendo suportado pelo referencial normativo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém se julgarmos que este referencial normativo não está de acordo com as nossas crenças, com os nossos valores e com a forma como fomos educados, então podemos afirmar que a decisão foi tomada apenas com base numa lei, mas que não foi uma decisão totalmente correta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza, você já ouviu a seguinte expressão “é legal, mas é imoral”, ou seja, que determinado procedimento pode estar de acordo com a lei, mas que não está de acordo com a nossa moral. O nosso cotidiano se tornaria algo muito mais fácil se tivéssemos códigos, ou leis onde pudéssemos nos basear a cerca do procedimento mais adequado diante de cada situação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notadamente, as leis existem. Na sociedade humana, a lei (o corpo jurídico) favorece a estabilidade social. É através dela que a sociedade fica sabendo das regras necessárias para viver-se em harmonia e promover o desenvolvimento. Se a lei que regulamenta o trânsito não existisse, por exemplo, não poderíamos controlar os motoristas que estacionam em cima das calçadas. Seria praticamente impossível viver em uma sociedade sem leis, sem normas que regulamentam a ordem coletiva.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todo o momento nos deparamos com situações do tipo: é permitido, é proibido. Imagine-se agora vivendo em um país sem leis, onde qualquer pessoa pode decidir sobre a vida de outrem, ou mesmo uma escola que não fixa o horário para início e término das aulas. De que forma o professor iria controlar a presença dos alunos?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notadamente nas sociedades modernas, a lei para ser validada, ela deve distinguir os comportamentos sadios dos nocivos. Os primeiros enquadram-se naqueles tidos como normais, já que são praticados pela maioria das pessoas e aceitos pela sociedade como bons. Os segundos consistem naquelas atitudes que prejudicam o próximo e são praticados por um número relativamente pequeno de pessoas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo vivendo em sociedades com leis, nem sempre é possível contemplar todas as situações. O ordenamento jurídico serve como uma espécie de balizamento para o julgamento de determinadas ações. Em alguns momentos os juízes, se vêem obrigados a consultar outras fontes do direito, como os costumes de cada sociedade, a jurisprudência ou o bom senso para resolver um ou outro conflito.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A toda essa complexidade “ser ou não ser, certo ou errado, bom ou mau” envolvemos a questão “ética” e assim dizemos: O indivíduo não agiu de acordo com a ética. Mas o que vem a ser ética? Um manual de normas e procedimentos de determinado País? Se assim fosse, as regras de um País valeria para outro? O que nós brasileiros consideramos como certo em questões ligadas ao matrimônio, à vida e a ciência é válido para o resto do mundo. Um cientista pode ser impedido de continuar suas pesquisas em determinado país e ser aceito em outro, por questões ligadas a crenças religiosas, a princípios morais ou a questões éticas. Então como podemos definir ética?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (o dicionário da língua portuguesa) define ética como sendo “O estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto e de moral”.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma simplificada, pode-se definir o termo ética como sendo um ramo da filosofia que lida com o que é moralmente bom ou mau, certo ou errado. Pode-se dizer, também, que ética e “filosofia da moral” são sinônimos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que parece ser uma definição simples e de fácil aplicação, é na realidade, um conceito complexo, pois engloba juízos de valor, não tão fáceis de ser aplicados. O uso popular do termo ética tem diferentes significados. Um deles, sempre mencionado, é que ética diz respeito aos princípios de conduta que norteiam um indivíduo ou um grupo de indivíduos. Assim, a expressão ética pessoal é normalmente aplicada em referência aos princípios das pessoas em geral. No mesmo sentido, a expressão ética profissional serve como indicativo do conjunto de normas que baliza a conduta de integrantes de determinada profissão. Com o passar dos anos surgiram outras expressões como ética na política, ética nos negócios etc. mas que nada modificam o conceito de ética.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ética representa, pois, uma tomada de posição ideológico-filosófica que remete aos interesses sociais envolvidos. Assim, dependendo da posição dos agentes, pode-se ter mais de uma posição ética, segundo a ótica de cada um.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo é o caso da bomba atômica. Do ponto e vista dos EUA, das tropas combatentes e dos fabricantes, a produção e o lançamento dessa bomba sobre as cidades de Hiroshima (06/08/1945) e Nagasaki (09/08/1945) constituíam uma atitude ética. É claro que tal posição não foi compartilhada pelos japoneses nem pelas entidades oposicionistas da sociedade civil norte-americana. O que era ético para alguns não o era para os outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo ocorreu com a igreja católica na idade média, onde os negócios que visavam lucro, ou os empréstimos onde se cobravam juros, eram tratados como pecados graves, ou considerados imorais. O entendimento da igreja era de que a existência do lucro, ou a cobrança de juros era fruto de um enriquecimento sem que houvesse trabalho, ou seja, à custa dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro exemplo: se no meio de nossa sociedade, uma pessoa resolve sair a rua sem roupa, certamente terá seu comportamento condenado e reprimido. Todavia, em uma tribo indígena localizada no meio da floresta amazônica, com pouco contato com a “civilização”, o ato seria visto com naturalidade.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tome-se como um outro exemplo à história de Robin Hood. Caso alguém resolva analisá-la olhando apenas suas ações enquanto saqueador, certamente enxergará ali um comportamento que apresenta gritante ausência de ética. Por outro lado, se o mesmo comportamento for analisado em função do motivo que conduziu àquelas ações, qual seja, o sofrimento de um povo em conseqüência da tirania do soberano, é possível que aquele comportamento seja aceito com ético.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo ética assume ainda diferentes significados, conforme o contexto em que os agentes estão envolvidos. Uma definição particular diz que a “ética nos negócios é o estudo da forma pela qual normas morais pessoais se aplicam às atividades e aos objetivos da empresa comercial. Não se trata de um padrão moral separado, mas do estudo de como o contexto dos negócios cria seus problemas próprios e exclusivos à pessoa moral que atua como um gerente desse sistema”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro conceito difundido de ética nos negócios diz que “é ético tudo o que está em conformidade com os princípios de conduta humana: de acordo como o uso comum, os seguintes termos são mais ou menos sinônimos de ético: bom, moral, certo, justo, honesto”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo dos negócios podemos citar como exemplo, o caso de um auditor que foi designado para auditar as contas de uma empresa na qual tem relações de parentesco com o presidente dela.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comportamento esperado do auditor é de que ele recuse o serviço, em nome de que a sociedade entende ser este o procedimento correto, que é a clara desvinculação entre o executor dos serviços e o presidente da empresa, pois aquele deverá emitir um parecer absolutamente isento sobre a veracidade ou não dos dados contidos nos relatórios auditados.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz da ética profissional, portanto, o auditor deve solicitar sua exclusão da tarefa a ele incumbida, comunicando as razões para o gerente de auditoria. Desse modo, ele estará agindo de acordo com a crença difundida de que este é o procedimento correto e o comportamento da empresa, também à luz da ética profissional, será o de que ela substitua o auditor designado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa questão ética, além dos negócios, é uma questão mundial. O comportamento verificado em determinadas sociedades, em determinados países, em determinadas regiões de um país, em determinadas empresas, escolas etc., pode fazer que um indivíduo escolha participar ou não daquela instituição. Pode ser a chave para a decisão de um grande investimento, um emprego etc. Assim uma sociedade será muito mais rica, justa e de certa forma humana, quanto mais séria for a questão ética envolvendo seus membros.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O código de ética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um código de ética pode ser entendido como uma relação de práticas de comportamento que se espera sejam observadas no exercício da profissão. As normas do código de ética visam ao bem-estar da sociedade, de forma a assegurar a lisura de procedimentos de seus membros dentro e fora da instituição.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetivos de um código de ética profissional é a formação da consciência profissional sobre padrões de conduta.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os princípios éticos podem existir naturalmente, por consenso na comunidade, bem como podem apresentar-se de forma escrita, o código de ética. Esse, todavia, torna os princípios éticos obrigatórios aos praticantes, tornando possível que seja assegurada sua observância.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinados profissionais, podem se submeter a mais de um código de ética, assim por exemplo se o contador é empregado de determinada empresa, este pode estar sujeito ao código de ética dos contabilistas e ao código de ética daquela empresa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinadas profissões ou empresas instituem um código de ética visando preservar a integridade dos negócios, visando fortalecer ainda mais a reputação do profissional. Um código de ética varia de organização para organização. Ele difere quanto ao conteúdo, extensão e formato, porém alguns itens se assemelham como por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Dividir tudo (rotinas de trabalho, descobertas  etc.);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Ser justo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Não magoar as pessoas (elas vão te magoar também);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Colocar no lugar certo as coisas que tirou;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Não pegar o que não é seu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os itens constantes em um código de ética podem ainda ser mais sucintos, como: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Seja honesto;  b) Seja responsável;  c) Seja eficiente;  d) Seja preparado;  e) Seja digno;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Seja justo;   g) Seja bom.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas organizações, consideradas mais sensíveis a importância do código de ética estão procurando, em todo o mundo, investir em programas de treinamento ético. Implementam, a cada dia, novos instrumentos de conscientização profissional, conforme o grau de maturidade de cada cultura organizacional. Entre esses instrumentos os mais comuns são: a) elaboração e distribuição de um código de ética para todos os funcionários da empresa b) seminários freqüentes sobre ética  c) formação de comitês de ética.  d) disponibilização do código por meio eletrônico.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em inúmeros casos que envolvem grandes empresas e governos de diferentes países a questão ética merece outros destaques, entre as quais exemplificamos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Em duas ocasiões, em 1982 e 1986, descobriu-se o veneno “cianureto” em várias cápsulas do medicamento “Tylenol”, largamente comercializado nos Estados Unidos, o que resultou na morte de oito pessoas. A pronta resposta da Johnson &amp; Johnson, aplicando seu código de ética (que determina que seu executivos devem ser justos e éticos enfatiza a segurança absoluta dos consumidores), redundou na retirada do produto do mercado, causando elevado prejuízo a empresa. Posteriormente, quando o analgésico foi reintroduzido no mercado, com nova embalagem à prova de violação, continuou ele a ser o mais vendido. Assim a reputação da empresa foi preservada nesse episódio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) A filial da África do Sul do Chemical Bank tem um código de ética há trinta anos, revisado a cada 18 meses, desde 1.988. Exemplar desse código foi distribuído aos seus 30 mil funcionários em todo o mundo. Esse banco tinha recebido, até outubro de 1.992, mais de 400 milhões de dólares de grupos religiosos. Em 1.992, o Chemical era o quarto maior banco americano, tendo cerca de 75 milhões de dólares em ativos. (A inferência que se faz é de que os depósitos dos grupos religiosos afluíram ao banco devido ao seu código de ética).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação a contabilidade, a questão ética tem sido muito discutida nesta profissão, pois o contador lida diariamente com aquele que hoje é apontado como um dos bens mais preciosos de uma economia: a informação, e, normalmente, informação relacionada com negócios pertencente a terceiros. Tal fato, por si só, já é suficiente para demonstrar que cotidianamente esse problema coloca a prova seus valores éticos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atuando no setor privado, o contador tem conhecimento de informações que são estratégicas dentro de qualquer empresa como, por exemplo, custo unitário de produtos, taxas de juro praticadas, planejamento operacional e estratégico, decisões de investimento...etc e enquanto auditor, o contador sendo chamado a opinar sobre as demonstrações financeiras de determinada empresa, têm o conhecimento completo de todas as informações relevantes da empresa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se percebe, surge o seguinte dilema: O fato de possuir informações privilegiadas coloca o profissional diante de situações do tipo: posso utilizar a informação em benefício próprio?; a quem devo beneficiar com o uso de determinada informação?etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO CFC Nº. 803/96 DE 10 DE OUTUBRO DE 1.996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APROVA O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA – CEPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, &lt;br /&gt;CONSIDERANDO que o Código de Ética Profissional do Contabilista aprovado em 1970 representou o alcance de uma meta que se tornou marcante no campo do exercício profissional; &lt;br /&gt;CONSIDERANDO que decorridos 26 (vinte e seis) anos de vigência do Código de Ética Profissional do Contabilista,a intensificação do relacionamento do profissional da Contabilidade com a sociedade e com o próprio grupo profissional exige uma atualização dos conceitos éticos na área da atividade contábil; &lt;br /&gt;CONSIDERANDO que nos últimos 05 (cinco) anos o Conselho Federal de Contabilidade vem colhendo sugestões dos diversos segmentos da comunidade contábil a fim de aprimorar os princípios do Código de Ética Profissional do Contabilista – CEPC; &lt;br /&gt;CONSIDERANDO que os integrantes da Câmara de Ética do Conselho Federal de Contabilidade após um profundo estudo de todas as sugestões remetidas ao órgão federal, apresentou uma redação final, &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RESOLVE: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 1º – Fica aprovado o anexo Código de Ética Profissional do Contabilista. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2º – Fica revogada a Resolução CFC nº. 290/70 (DOU, 29/10/70, seção 2, pág. 2937). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 3º – A presente Resolução entra em vigor na data de sua aprovação. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Contador José Maria Martins Mendes - Presidente &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ata CFC nº. 757  -(PUBL. DOU, 20/11/96, SEÇÃO 1, PÁG. 24417) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CAPÍTULO I - DO OBJETIVO. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 1º – Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual se devem conduzir os contabilistas, quando no exercício profissional. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CAPÍTULO II - DOS DEVERES E DAS PROIBIÇÕES. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2º – São deveres do contabilista: &lt;br /&gt;I – exercer a profissão com zelo, diligência e honestidade, observada a legislação vigente e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores, sem prejuízo da dignidade e independência profissionais; &lt;br /&gt;II – guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional lícito, inclusive no âmbito do serviço público, ressalvados os casos previstos em lei ou quando solicitado por autoridades competentes, entre estas os Conselhos Regionais de Contabilidade; &lt;br /&gt;III – zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica dos serviços a seu cargo; &lt;br /&gt;IV – comunicar, desde logo, ao cliente ou empregador, em documento reservado, eventual circunstância adversa que possa influir na decisão daquele que lhe formular consulta ou lhe confiar trabalho, estendendo-se a obrigação a sócios e executores; &lt;br /&gt;V – inteirar-se de todas as circunstâncias, antes de emitir opinião sobre qualquer caso; &lt;br /&gt;VI – renunciar às funções que exerce,logo que se positive falta de confiança por parte do cliente ou empregador, a quem deverá notificar com trinta dias de antecedência, zelando, contudo, para que os interesses dos mesmos não sejam prejudicados, evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia; &lt;br /&gt;VII – se substituido em suas funções, informar ao substituto sobre fatos que devam chegar ao conhecimento desse, a fim de habilitá-lo para o bom desempenho das funções a serem exercidas; &lt;br /&gt;VIII – manifestar, a qualquer tempo, a existência de impedimento para o exercício da profissão; &lt;br /&gt;IX – ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional, seja propugnando por remuneração condigna, seja zelando por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético-profissional da Contabilidade e seu aprimoramento técnico. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 3º – No desempenho de suas funções, é vedado ao contabilista: &lt;br /&gt;I – anunciar, em qualquer modalidade ou veículo de comunicação,conteúdo que resulte na diminuição do colega, da Organização Contábil ou da classe,sendo sempre admitida a indicação de títulos, especializações, serviços oferecidos, trabalhos realizados e relação de clientes; &lt;br /&gt;II – assumir, direta ou indiretamente, serviços de qualquer natureza, com prejuízo moral ou desprestígio para a classe; &lt;br /&gt;III – auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita; &lt;br /&gt;IV – assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem,alheio à sua orientação, supervisão e fiscalização; &lt;br /&gt;V – exercer a profissão, quando impedido, ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício aos não habilitados ou impedidos; &lt;br /&gt;VI – manter Organização Contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente; &lt;br /&gt;VII – valer-se de agenciador de serviços, mediante participação desse nos honorários a receber; &lt;br /&gt;VIII – concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar, no exercício da profissão, ato definido como crime ou contravenção; &lt;br /&gt;IX – solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita; &lt;br /&gt;X – prejudicar, culposa ou dolosamente, interesse confiado a sua responsabilidade profissional; &lt;br /&gt;XI – recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem, comprovadamente, confiadas; &lt;br /&gt;XII – reter abusivamente livros, papéis ou documentos, comprovadamente confiados à sua guarda; &lt;br /&gt;XIII – aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios Fundamentais e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade; &lt;br /&gt;XIV – exercer atividade ou ligar o seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas; &lt;br /&gt;XV – revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que, comprovadamente, tenha tido conhecimento; &lt;br /&gt;XVI – emitir referência que identifique o cliente ou empregador,com quebra de sigilo profissional, em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado, salvo quando autorizado por eles; &lt;br /&gt;XVII – iludir ou tentar iludir a boa fé de cliente, empregador ou de terceiros, alterando ou deturpando o exato teor de documentos,bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas; &lt;br /&gt;XVIII – não cumprir, no prazo estabelecido, determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade, depois de regularmente notificado;  &lt;br /&gt;XIX – intitular-se com categoria profissional que não possua, na profissão contábil; &lt;br /&gt;XX – elaborar demonstrações contábeis sem observância dos Princípios Fundamentais e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade; &lt;br /&gt;XXI – renunciar à liberdade profissional, devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho; &lt;br /&gt;XXII – publicar ou distribuir, em seu nome, trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 4º – O Contabilista poderá publicar relatório, parecer ou trabalho técnico-profissional, assinado e sob sua responsabilidade. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 5º – O Contador, quando perito, assistente técnico, auditor ou árbitro, deverá: &lt;br /&gt;I – recusar sua indicação quando reconheça não se achar capacitado em face da especialização requerida; &lt;br /&gt;II – abster-se de interpretações tendenciosas sobre a matéria que constitui objeto de perícia, mantendo absoluta independência moral e técnica na elaboração do respectivo laudo; &lt;br /&gt;III – abster-se de expender argumentos ou dar a conhecer sua convicção pessoal sobre os direitos de quaisquer das partes interessadas, ou da justiça da causa em que estiver servindo, mantendo seu laudo no âmbito técnico e limitado aos quesitos propostos; &lt;br /&gt;IV – considerar com imparcialidade o pensamento exposto em laudo submetido a sua apreciação; &lt;br /&gt;V – mencionar obrigatoriamente fatos que conheça e repute em condições de exercer efeito sobre peças contábeis objeto de seu trabalho, respeitado o disposto no inciso II do Art. 2º; &lt;br /&gt;VI – abster-se de dar parecer ou emitir opinião sem estar suficientemente informado e munido de documentos; &lt;br /&gt;VII – assinalar equívocos ou divergências que encontrar no que concerne à aplicação dos Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC; &lt;br /&gt;VIII – considerar-se impedido para emitir parecer ou elaborar laudos sobre peças contábeis observando as restrições contidas nas Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade; &lt;br /&gt;IX – atender à Fiscalização dos Conselhos Regionais de Contabilidade e Conselho Federal de Contabilidade no sentido de colocar à disposição desses, sempre que solicitado, papéis de trabalho, relatórios e outros documentos que deram origem e orientaram a execução do seu trabalho. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CAPÍTULO III - DO VALOR DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 6º – O Contabilista deve fixar previamente o valor dos serviços, por contrato escrito, considerados os elementos seguintes: (2)(5) &lt;br /&gt;I – a relevância, o vulto, a complexidade e a dificuldade do serviço a executar; &lt;br /&gt;II – o tempo que será consumido para a realização do trabalho; &lt;br /&gt;III – a possibilidade de ficar impedido da realização de outros serviços; &lt;br /&gt;IV – o resultado lícito favorável que para o contratante advirá com o serviço prestado; &lt;br /&gt;V – a peculiaridade de tratar–se de cliente eventual, habitual ou permanente; &lt;br /&gt;VI – o local em que o serviço será prestado. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 7º – O Contabilista poderá transferir o contrato de serviços a seu cargo a outro Contabilista, com a anuência do cliente, sempre por escrito. (2)(5) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Único – O Contabilista poderá transferir parcialmente a execução dos serviços a seu cargo a outro Contabilista, mantendo sempre como sua a responsabilidade técnica. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 8º – É vedado ao Contabilista oferecer ou disputar serviços profissionais mediante aviltamento de honorários ou em concorrência desleal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO IV - DOS DEVERES EM RELAÇÃO AOS COLEGAS E À CLASSE.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 9º – A conduta do Contabilista com relação aos colegas deve ser pautada nos princípios de consideração, respeito, apreço e solidariedade, em consonância com os postulados de harmonia da classe. &lt;br /&gt;Parágrafo Único – O espírito de solidariedade, mesmo na condição de empregado, não induz nem justifica a participação ou conivência com o erro ou com os atos infringentes de normas técnicas ou legais que regem o exercício da profissão. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art.10 – O Contabilista deve, em relação aos colegas, observar as seguintes normas de conduta: &lt;br /&gt;I – abster-se de fazer referências prejudiciais ou de qualquer modo desabonadoras; &lt;br /&gt;II – abster-se da aceitação de encargo profissional em substituição a colega que dele tenha desistido para preservar a dignidade ou os interesses da profissão ou da classe, desde que permaneçam as mesmas condições que ditaram o referido procedimento; &lt;br /&gt;III – jamais apropriar-se de trabalhos, iniciativas ou de soluções encontradas por colegas, que deles não tenha participado,apresentando-os como próprios; &lt;br /&gt;IV – evitar desentendimentos com o colega a que vier a substituir no exercício profissional. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art.11 – O Contabilista deve, com relação à classe, observar as seguintes normas de conduta: &lt;br /&gt;I – prestar seu concurso moral, intelectual e material, salvo circunstâncias especiais que justifiquem a sua recusa; &lt;br /&gt;II – zelar pelo prestígio da classe, pela dignidade profissional e pelo aperfeiçoamento de suas instituições; &lt;br /&gt;III – aceitar o desempenho de cargo de dirigente nas entidades de classe, admitindo-se a justa recusa; &lt;br /&gt;IV – acatar as resoluções votadas pela classe contábil, inclusive quanto a honorários profissionais; &lt;br /&gt;V – zelar pelo cumprimento deste Código; &lt;br /&gt;VI – não formular juízos depreciativos sobre a classe contábil; &lt;br /&gt;VII – representar perante os órgãos competentes sobre irregularidades comprovadamente ocorridas na administração de entidade da classe contábil; &lt;br /&gt;VIII – jamais utilizar-se de posição ocupada na direção de entidades de classe em benefício próprio ou para proveito pessoal. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CAPÍTULO V - DAS PENALIDADES. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art.12 – A transgressão de preceito deste Código constitui infração ética, sancionada, segundo a gravidade, com a aplicação de uma das seguintes penalidades: &lt;br /&gt;I – Advertência Reservada; &lt;br /&gt;II – Censura Reservada; &lt;br /&gt;III – Censura Pública. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Único – Na aplicação das sanções éticas são consideradas como atenuantes: &lt;br /&gt;I – falta cometida em defesa de prerrogativa profissional. &lt;br /&gt;II – ausência de punição ética anterior; &lt;br /&gt;III – prestação de relevantes serviços à Contabilidade; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art.13 – O julgamento das questões relacionadas à transgressão de preceitos do Código de Ética incumbe, originariamente, aos Conselhos Regionais de Contabilidade, que funcionarão como Tribunais Regionais de Ética e Disciplina, facultado recurso dotado de efeito suspensivo, interposto no prazo de quinze dias, para o Conselho Federal de Contabilidade em sua condição de Tribunal Superior de Ética e Disciplina.(3) &lt;br /&gt;Parágrafo Primeiro – O recurso voluntário somente será encaminhado ao Tribunal Superior de Ética e Disciplina se o Tribunal Regional de Ética e Disciplina respectivo mantiver ou reformar parcialmente a decisão.(3) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Segundo – Na hipótese do inciso III do art. 12, o Tribunal Regional de Ética e Disciplina deverá recorrer “ex offício” de sua própria decisão (aplicação de Censura Pública). (3) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Terceiro – Quando se tratar de denúncia, o Conselho Regional de Contabilidade comunicará ao denunciante a instauração do processo até trinta dias após esgotado o prazo de defesa. (1) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art.14 – O Contabilista poderá requerer desagravo público ao Conselho Regional de Contabilidade, quando atingido, pública e injustamente, no exercício de sua profissão.(4) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(1) Alterado pela Resolução CFC 819/97, de 20.11.1997. &lt;br /&gt;(2) Alterado pela Resolução CFC 942/02, de 30.08.2002, publicada no DOU de 04.09.02. &lt;br /&gt;(3) Alterado pela Resolução CRC 950/02, de 29.11.2002, publicada no DOU de 16.12.02. &lt;br /&gt;(4) O artigo 14 deste código foi regulamentado pela Resolução CFC 972/03. &lt;br /&gt;(5) Os artigos 6º e 7º foram regulamentados pela Resolução CFC 987/03.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-1151746737179659025?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/1151746737179659025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/contabilidade-e-etica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/1151746737179659025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/1151746737179659025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/contabilidade-e-etica.html' title='Contabilidade e a Ética'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-4450560058850689548</id><published>2009-09-07T18:14:00.001-07:00</published><updated>2009-09-07T19:06:44.096-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partidas Dobradas'/><title type='text'>Partidas Dobradas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A essência deste método, é que o registro de qualquer operação implica que um débito em uma ou mais contas deve corresponder um crédito equivalente, em uma ou mais contas, de forma que a soma dos valores debitados seja sempre igual a soma dos valores creditados, ou simplificando:  NÃO HÁ DÉBITO SEM CRÉDITO CORRESPONDENTE; DÉBITO = CRÉDITO, OU ORIGENS = APLICAÇÕES.    CONTAS- Representam os registros de débito e crédito da mesma natureza ou espécie identificadas por um título que qualifica os elementos do patrimônio (bem, direito, obrigação ou situação líquida) ou uma variação patrimonial (receitas e despesas).  Elementos da Conta- São seis os elementos de uma conta: Título – é o nome da conta. Data – marcação do tempo do fato (dia, mês e ano). Histórico – é a narração do fato ocorrido. Débito – estado de dívida da conta Crédito – estado haver da conta Saldo – é a diferença entre o débito e o crédito. Pode ser: Devedor – quando débito maior que crédito. Credor – quando débito menor que crédito. Nulo – quando débito igual a crédito. Função das Contas- Representar graficamente o Patrimônio e suas variações. A representação é feita através dos chamados Razonetes ou Contas em forma de T.  Termos Técnicos das Contas- São diversos os termos técnicos utilizados no uso das contas, entre os quais podemos citar:  1.  Título da conta - é a denominação da conta.  2 . Abrir uma conta - significa iniciar a sua escrituração. 3 . Debitar uma conta - significa registrar determinado valor em seu débito.  4.  Creditar uma Conta - significa registrar determinado valor em seu crédito. 5 . Conferir ou verificar uma conta - significa examinar a sua exatidão. 6. Tirar o saldo de uma conta ou balancear - é a diferença entre a soma do débito e a do crédito; se o débito for maior, o saldo será devedor. Se o crédito for maior, o saldo será credor. 7.  Reabrir uma conta - significa reiniciar a sua escrituração quando ela se acha encerrada, por não apresentar saldo.  8.  Transferir uma conta - significa levar o seu saldo a débito ou a crédito de outra conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem já estudou ou estuda Contabilidade sabe o princípio básico é manter o equilíbrio entre as contas contábeis: cada valor de débito corresponde a um mesmo valor de crédito. O método das partidas dobradas foi criado por Lucca Faccioli, um monge que viveu na Europa, durante a Idade Média. Segundo historiadores, Lucca Faccioli teria aprendido  este método com povos do oriente, com quem teve contato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As partidas dobradas são simples, como escrito acima cada crédito corresponderá a um débito, ambos com o mesmo valor. Débito e crédito se opõem, é como se estivéssemos retirando recursos de uma conta, os repassando a outra. Vamos exemplificar: suponhamos que uma empresa possua $ 1000 em caixa. A primeira transação que a empresa fará é a compra de um microcomputador, avaliado em $ 500. No ato da compra, o sistema contábil da empresa registrará desta forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D-Equipamentos de informática - microcomputador&lt;br /&gt;C-Bancos Conta de Movimento 500,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a empresa não mais possui os $ 1000 em caixa. No entanto, seu patrimônio total continua sendo de $ 1000 – não estamos aqui considerando a depreciação –, porque possui $ 500 em caixa e um microcomputador avaliado em $ 500.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equilíbrio no patrimônio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi observada a importância e o porquê das partidas dobradas? Se não existissem as partidas dobradas, não existiria a própria Contabilidade. Vimos que  graças às partidas dobradas, a empresa pode saber onde aplicou parte dos recursos de seu caixa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As partidas dobradas sempre se resumirão a um débito e um crédito? A resposta é não. Um crédito pode significar um, dois ou mais débitos e vice-versa. Vamos ao exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa do exemplo anterior ainda possui $ 500 na conta caixa e precisa adquirir uma mesa para o microcomputador e um arquivo. A mesa custa $ 100 e o arquivo, $ 250. A compra é feita no mesmo dia, o registro contábil ficaria assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D-Móveis e utensílios - Arquivo $ 100&lt;br /&gt;D-Móveis e utensílios - mesa para micro $ 250&lt;br /&gt;C-Banco Conta de Movimento 350,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: os débitos aconteceram na mesma conta de Móveis e Utensílios. No entanto, criei as subcontas “arquivo” e “mesa para micro” por achar que muitas empresas usam inúmeras subcontas para facilitar a análise contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa em questão continuará com os mesmos $ 1000, só que com $ 150 em caixa e $ 850 alocados em móveis e utensílios. Então percebemos que o patrimônio da empresa continua o mesmo, mas equilibrado graças aos lançamentos das partidas dobradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, a tônica do método das partidas dobradas é toda baseada no dobro de situações lógicas e correlacionadas. Tais como “NÃO HÁ DEVEDOR SEM CREDOR” e outras mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) a soma dos saldos devedores é igual à soma dos saldos credores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) o ativo é igual ao passivo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) a soma dos bens mais direitos é igual à soma das obrigações mais PL;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) as contas do ativo aumentam com débitos e do passivo com créditos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) as contas do ativo são reduzidas com créditos e do passivo com débitos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) toda despesa é debitada e toda receita é creditada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) todo custo é debitado e todo lucro é creditado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-4450560058850689548?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/4450560058850689548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/partidas-dobradas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/4450560058850689548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/4450560058850689548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/partidas-dobradas.html' title='Partidas Dobradas'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-3016916882084272451</id><published>2009-09-07T18:03:00.000-07:00</published><updated>2009-09-07T18:05:20.869-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lançamentos'/><title type='text'>Lançamentos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Lançamento é o registro dos fatos contábeis (aqueles que provocam mudanças na composição do patrimônio da entidade), efetuados de acordo com o método das partidas dobradas. É feito em ordem cronológica e obedecendo a determinada técnica. O lançamento é feito nas contas Patrimoniais, pertencentes ao grupo do ATIVO, PASSIVO EXIGÍVEL e PATRIMÔNIO LÍQUIDO, e nas contas de Resultado, representadas pelas RECEITAS, e DESPESAS. As contas de ATIVO, por terem saldo devedor, são aumentadas de valor por DÉBITO e diminuídas por CRÉDITO. As contas de PASSIVO EXIGÍVEL e de PATRIMÔNIO LÍQUIDO, por apresentarem saldo credor, são aumentadas de valor por CRÉDITO e diminuídas por DÉBITO. As contas relativas às RECEITAS e DESPESAS, por afetarem diretamente o PL, são, respectivamente, CREDITADAS (porque aumentam o PL) e DEBITADAS (porque diminuem o PL).  Passos para se Efetuar um Lançamento . Dado um fato contábil, devemos seguir alguns passos para efetuar seu devido lançamento. Exemplo: Compra de um veículo à vista em dinheiro no valor total de $ 1.000,00 1&amp; ordm; Passo – identificar as contas envolvidas no fato; Caixa (valor em dinheiro) Veículo (bem) 2º passo – identificar a natureza das contas, ou seja, a que grupos pertencem: Ativo (A); Passivo (PE); Patrimônio Líquido (PL); Receitas (R); ou Despesas (D). Caixa – Conta do Ativo (A) Veículo – conta do Ativo (A) 3º passo – identificar o que o fato provoca sobre o saldo das contas, ou seja, se o saldo aumentará ou diminuirá; no caso: Caixa (A) o saldo diminuirá (-); Veículos (A) o saldo aumentará (+); 4º passo – efetuar o lançamento contábil segundo o método das partidas dobradas, com a utilização do quadro-resumo do mecanismo do débito e crédito, da seguinte forma: DÉBITO = APLICAÇÃO DE RECURSO; CRÉDITO = ORIGEM DO RECURSO -  Funções do Lançamento - Ao conjunto de lançamentos denomina-se ESCRITURAÇÂO. O lançamento é pois uma parcela da Escrituração, e, a semelhança desta apresenta duas funções: Função Histórica- Consiste em narrar o fato contábil em ordem cronológica.  Função Monetária- Compreende o registro da expressão monetária dos fatos e seu agrupamento segundo a natureza de cada um.  Elementos São 5 (cinco) os elementos de um lançamento: 1. Local e data – local da empresa e dia, mês e ano da ocorrência do registro. 2. Conta devedora – é a conta debitada. Vem sempre em primeiro lugar. 3. Conta credora – é a conta creditada, que vem acompanhada da preposição acidental "a". 4. Histórico – é a narração do fato ocorrido, a qual deve ser resumida, mas exprimindo bem a operação. Não existe uniformidade de histórico, todavia, a praxe contábil é de que se lhe inicie com uma das seguintes expressões: a. Pago – quando a conta credora for "Caixa" b. Recebido – quando a conta devedora for "Caixa" c. Valor ou Importe – quando o lançamento não envolver a conta Caixa. É o denominado LANÇAMENTO EXTRA-CAIXA. 5. Importância ou quantia – é o valor das operações expresso em unidades monetárias.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-3016916882084272451?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/3016916882084272451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/lancamentos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/3016916882084272451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/3016916882084272451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/lancamentos.html' title='Lançamentos'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-5314940304370122147</id><published>2009-09-04T18:17:00.000-07:00</published><updated>2009-09-06T12:35:19.399-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria da Contabilidade - Noções Gerais'/><title type='text'>Teoria da Contabilidade - Noções Gerais</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;“Aquele que se enamora da prática, sem a ciência, é como um navegante que entra no navio sem timão e sem bússola, que jamais tem a certeza de onde vai. Sempre a prática deve ser edificada sobre a boa teoria.”   (Leonardo da Vinci)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBJETIVOS DA EMPRESA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se investe um capital busca-se um retorno adequado, que só será atingido através da eficácia empresarial, ou seja, através do conjunto de ações capazes de gerar e aumentar a riqueza de uma empresa. Uma empresa que almeja a prosperidade deve ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rentável = capacidade de gerar de lucros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solvente = capacidade de pagar suas obrigações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. CONCEITO DE CONTABILIDADE TRADICIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contabilidade é a ciência que estuda e pratica as funções de orientação, de controle e de registro relativa à administração econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contabilidade é a ciência que estuda, registra e controla todos os atos e fatos ocorridos numa organização, durante um determinado período de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contabilidade é a ciência que estuda e controla o patrimônio das entidades, mediante o registro, a demonstração expositiva e a interpretação dos fatos nele ocorridos, com o fim de oferecer informações sobre sua composição e variação, bem como sobre o resultado econômico decorrente da gestão da riqueza patrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Hilário Franco)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - ESTRUTURA CONCEITUAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contabilidade pode ser estudada sob três formas de conhecimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) CONHECIMENTO EMPÍRICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) CONHECIMENTO CIENTÍFICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) CONHECIMENTO FILOSÓFICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas três formas de conhecimento encerram todo o desenvolvimento da ciência contábil, sendo seus aspectos estudados em busca de avanços ou novas teorias.&lt;br /&gt;CONHECIMENTO EMPÍRICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento empírico é o que é obtido só pela observação e se fundamenta no hábito de que as coisas aconteçam como da última vez sucederam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseia-se, fundamentalmente na prática, afastando-se, às vezes, dos melhores fundamentos da ciência contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento empírico é fundamental para o desenvolvimento científico ou filosófico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empirismo ou pragmática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem críticas, devidamente fundamentadas sobre a aceitação de alguns fundamentos desse conhecimento contábil. O fato de alguns organismos (CVM, Receita Federal, Tribunal de Contas) aceitarem um princípio como verdadeiro, não é o que o consagra como científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A denominação de “Princípios geralmente aceitos de Contabilidade”, fruto da tradução de uma expressão inglesa, só identifica opiniões de grupos de instituições, não a opinião científica contábil, sendo, portanto, conhecimento empírico em nossa área.&lt;br /&gt;CONHECIMENTO CIENTÍFICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento científico exige universalidade, ou seja, o saber explicar sob que condições e como as coisas acontecem em qualquer lugar, a qualquer hora, sempre da mesma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ciência é um conjunto de conhecimentos certos e gerais, referentes a um objetivo delimitado, obtido através de métodos racionais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contabilidade é uma ciência, porque:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Tem objeto: o patrimônio das entidades, estudando os seus fatos ou ocorrências;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Tem metodologia própria: utiliza-se de métodos racionais para o seu estudo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Estabelece relações entre os elementos patrimoniais, válidas em todos os espaços e tempos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Seu conhecimento baseia-se em fatores de prova, devidamente explicativos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Tem observações, referências, teorias, hipóteses, leis, fontes de informações e demonstrações, tudo organizado sistematicamente: hipóteses sobre potencialidades do patrimônio, como as contingências, por exemplo, são freqüentes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Estuda os fenômenos com rigor analítico: Análise da liquidez, análise de custos, análise de retorno de investimentos, etc.;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Enuncia verdades de valor universal: Exemplo: quanto maior a velocidade do capital circulante, tanto menor a necessidade de capital próprio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) Permite previsões: orçamentos financeiros, de custos, de lucros, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) Acolhe correntes doutrinárias: Contismo, Personalismo, Controlismo, Reditualismo, Patrimonialismo, Aziendalismo, Neopatrimonialismo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;j) Possui teorias próprias: Teoria das Aziendas, Teoria do Redito, Teoria do Valor, Teoria do Equilíbrio \patrimonial, Teoria das Funções Sistemáticas, etc.;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;k) Presta utilidade: Aplica-se aos modelos de comportamento da riqueza para gestão empresarial e institucional a orientação de investimentos, ao controle orçamentário e fiscal, a produção de meios de julgamento, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;l) Apresenta-se em constante evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A contabilidade como ciência, não estuda um patrimônio, mas o patrimônio, não havendo como imputar-lhe qualquer ação subjetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* as teorias, leis e hipóteses formaram um conjunto de saber sistematizado, que permitiu a elevação do conhecimento empírico, em um corpo de doutrina científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teoria Contábil: as proposições acerca dos fatos contábeis, feitas de forma &lt;br /&gt;analítica, formulando, inicialmente, hipóteses e depois leis,  &lt;br /&gt;formaram um conjunto de teorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leis: como ciência a Contabilidade enuncia as suas verdades sobre os fatos,  &lt;br /&gt;através de suas leis. Explicar o fato é a função da Ciência e é a Lei quem &lt;br /&gt;os explica.&lt;br /&gt;CONHECIMENTO FILOSÓFICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A base do conhecimento filosófico, em contabilidade, está em se conhecer, de forma essencial, o que se estuda, como se estuda e quais os limites de tais estudos"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento da contabilidade é fruto da reflexão de cientistas, professores, profissionais, ao longo dos tempos e a doutrina não é uma improvisação ou uma primeira idéia sobre a matéria que estudamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contabilidade, hoje, não se preocupa apenas com "o que se passa" no patrimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indaga "o que poderá vir a passar", e também questiona sobre a natureza dos objetivos da indagação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento filosófico opera nos seguintes elementos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Natureza do conhecimento (forma de identificar os acontecimentos);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Natureza do fenômeno ou objeto de estudo (identificação real da matéria que se estuda)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Finalidade do conhecimento (para que se estuda e onde se aplica o conhecimento contábil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Métodos de estudos (maneira de raciocinar escolhida para a Contabilidade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Relações lógicas do fenômeno (o que acontece para que o fenômeno patrimonial possa ser formado e o que influi para isto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Lógica conceitual (como dar nome aos fenômenos da riqueza individualizada e como raciocinar para encontrar um nome adequado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Lógica das proposições (como usar os conceitos para enunciar verdades sobre o comportamento do patrimônio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) Bases da estruturação teórica (como reunir as proposições para conseguir estudar e desenvolver matéria do conhecimento contábil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) Classificação científica (no campo científico onde melhor se enquadra a contabilidade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;j) Sistematização dos fenômenos e análise sistemática (qual a ótica organizada, racional e de correlação entre os componentes do patrimônio de acordo com as diversas finalidades do uso da riqueza)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;k) Correlações do conhecimento (como estabelecer o uso de conhecimentos de outras disciplinas, mantendo a autonomia científica da Contabilidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. CONCEITO DE CONTABILIDADE MODERNO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A contabilidade é um ramo do conhecimento humano que trata da identificação, avaliação, registro, acumulação e apresentação dos eventos econômicos de uma entidade, seja industrial, financeira, comercial, agrícola, pública, etc., com o objetivo final de permitir a tomada de decisão por seus usuários internos e externos por meio de seus sistemas de informação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Silvio Aparecido Crepaldi)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma ciência de natureza econômica e de caráter empírico, cujo objeto é a descrição e medição, tanto quantitativa como qualitativa, do estado e evolução do patrimônio de uma entidade específica, de acordo com uma determinada metodologia própria e com o fim de comunicar a seus destinatários informações objetiva e relevante para  a adoção de decisões”. (escola espanhola)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ë uma ciência econômica, uma ciência relacionada com a administração de recursos escassos para a satisfação de necessidades ou usos alternativos;&lt;br /&gt;* É de caráter empírico, o que supõe que está baseada na experiência e na prática;&lt;br /&gt;* Seu objetivo formal é a obtenção de informação objetiva e relevante, já que há de ser utilizada para adoção de decisões;&lt;br /&gt;* Possui uma metodologia própria (regras precisas e concretas);&lt;br /&gt;* Elemento teleológica: permite a adoção de decisões adequadas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-5314940304370122147?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/5314940304370122147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/aquele-que-se-enamora-da-pratica-sem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/5314940304370122147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/5314940304370122147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/aquele-que-se-enamora-da-pratica-sem.html' title='Teoria da Contabilidade - Noções Gerais'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-709655100187927972</id><published>2009-09-04T18:09:00.000-07:00</published><updated>2009-09-04T18:10:25.528-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Formulas de Lançamentos Contábeis'/><title type='text'>Formulas de Lançamentos Contábeis</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O lançamento contábil é a forma como a contabilidade registra os fatos que afetam (ou que possam vir a afetar) o patrimônio da empresa.&lt;br /&gt;A estrutura do lançamento tem por alicerce o secular método das "partidas dobradas", segundo o qual todo débito deve, concomitantemente, ser correspondido por um crédito. Contabilmente, partida tem o mesmo significado de lançamento ou assentamento.&lt;br /&gt;No dia-a-dia das empresas ocorrem operações simples (como o pagamento de uma conta de consumo de energia elétrica no prazo) e outras bem mais complexas, que envolvem lançamentos mais sofisticados (por exemplo: pagamento, com juros, de duplicata, parte em dinheiro e parte mediante emissão de cheque).&lt;br /&gt;Para registrar qualquer fato contábil existem quatro fórmulas (ou modalidades) de lançamentos, a saber:&lt;br /&gt;1ª fórmula: caracteriza-se pela simplicidade. Requer uma conta devedora e uma conta credora e pode ser assim representada (pagamento de duplicata de fornecedor, no prazo):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª fórmula: modalidade de lançamento de complexidade intermediária, que requer uma conta devedora e duas ou mais contas credoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3ª fórmula: igualmente de complexidade intermediária, esta fórmula requer duas ou mais contas devedoras e apenas uma credora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4ª fórmula: menos usual e mais complexa do que as anteriores, requer duas ou mais contas devedoras e duas ou mais contas credoras.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-709655100187927972?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/709655100187927972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/o-lancamento-contabil-e-forma-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/709655100187927972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/709655100187927972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/o-lancamento-contabil-e-forma-como.html' title='Formulas de Lançamentos Contábeis'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-6649449588616957114</id><published>2009-09-02T13:01:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T19:47:12.855-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atos e Fatos Administrativos'/><title type='text'>Atos e Fatos Administrativos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Atos Administrativos é uma ação praticada pela administração que não provoca (podendo vir a provocar) alteração qualitativa e/ou quantitativa no patrimônio da entidade, portanto, a princípio, não interessa à contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplos deste atos, temos: Admissão de empregados, assinaturas de contratos de seguros, o aval (garantia) dada em títulos, etc. etc.&lt;br /&gt;Casos estes atos sejam registrados contabilmente, utilizaremos um tipo especial de contas que são denominadas CONTAS DE COMPENSAÇÃO, que são utilizadas aos pares e não alteram o Patrimonio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatos Administrativos, que também são conhecidos como FATOS CONTABEIS, são acontecimentos verificados na empresa que provocam variações nos elementos patrimonais, podendo alterar ou não, a situação Líquida Patrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Fatos Contábeis, são classificados  em: Permutativos ou Compensativos, Modificativos e Mistos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatos Contabeis Permutativos ou Compensativos são os que acarretam uma troca (permuta) de valores dentro do Patrimônio Líquido (PL) mas não alteram a Situação Líquida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo temos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) - Investimento inicial, a integralização do capital em dinheiro no valor deR$ 400.000,00. se levantassemos um balanço na ocasião, teríamos a seguinte situação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BALANÇO PATRIMONIAL&lt;br /&gt;ATIVO &lt;br /&gt;Caixa/bancos   R$ 400.000,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total do Ativo R$ 400.000,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PASSIVO &lt;br /&gt;PATRIMÔNIO LÍQUIDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capital Social   R$ 400.000,00&lt;br /&gt;Total do Passivo R$ 400.000,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato contábil modificativo são os que provocam alterações no valor do Patrimônio Líquido (PL, sendo que esta modificação é refletida na Situação Líquida. Esta modificação citada acima, na situação Líquida Patrimonial, pode ser para mais ou para menos, por este motivo os Fatos Contabeis Modificativos podem ser Aumentativos ou Diminutivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Fatos Conabeis Modificativos aumentativos: Recebimentos de juros, recebimento de alugueis, recebimento de comissões etc. etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Fatos Contabeis Modificativos Diminutivos: Pagamento de imposto, pagamento de juros,pagamentos de comissões, etc. etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato contábil misto são os que combinam fatos permutativos com fatos modificativos, determinando variação qualitativa e quantitativa do patrimônio, ou VARIAÇÃO PATRIMONIAL MISTA. São aqueles que ao mesmo tempo permutam (trocam) e modificam valores dentro do Patrimonio e consequentemente alteram a Situação Líquida Patrimonial. &lt;br /&gt;As alterações provocadas pelos Fatos Copntabeis Mistos, também podem ser para mais ou para menos, por este motivo, eles também são classificados em Aumentativos e Diminutivos.&lt;br /&gt;São Fatos Contabeis Mistos Aumentativos: Pagamento de uma Duplicata com descontos, recebimentos de uma Duplicata com acréscimo de juros etc. etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Fatos Contábeis Mistos Diminutivos: Recebimento de duplicatas com descontos, pagasmento de uma Duplicata com acréscimo de juros, etc. etc.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-6649449588616957114?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/6649449588616957114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/atos-e-fatos-administrativos.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/6649449588616957114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/6649449588616957114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/atos-e-fatos-administrativos.html' title='Atos e Fatos Administrativos'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-6891035017233291517</id><published>2009-09-02T11:43:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T18:30:10.171-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria Personalistica'/><title type='text'>Teoria Personalistica</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A Teoria Personalitica classifica as contas em 3 grupos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Contas do Proprietário;&lt;br /&gt;b) Contas do Agente consignatário;&lt;br /&gt;c) Contas do Correspondente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprietário é responsavel pelo Capital da firma e por todas as contas que possam acarretar modificaçõies ao meso tempo e é também pelo resultado encontrado no fim do exercício, isto é, o lucro ou prejuizo verificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Contas do Próprietário: Capital, Despesas e Receitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Agente Consignatário é o responsavel pela guarda e conservação dos bens da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Contas do Agente consignário: Moveis e Utensilios, Veiculos,Imoveis, Caixa, bancos, Mercadorias etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Correspondente é o responsab]vel pelas dívidas e direitos da firma sobre terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Contas do Correspondente: Fornecedores, Duplicatas a pagar, Duplicatas a receber, Promissórias a Receber, Promissórias a pagar etc.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-6891035017233291517?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/6891035017233291517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/teoria-personalitica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/6891035017233291517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/6891035017233291517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/teoria-personalitica.html' title='Teoria Personalistica'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-2384485753123117492</id><published>2009-09-02T11:23:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T18:30:32.121-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria Materialista'/><title type='text'>Teoria Materialista</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A Teoria Materialista divide as contas em: Diferenciais ou de Resultados e Integrais ou Patrimoniais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contas  Diferenciais ou de Resultados são aquelas que acarretam diferenças no Patrimonio, isto é, acarretam uma variação na Situação Líquida do Patrimonio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São exemplos de Contas Diferenciais ou de Resultados: Impostos e Taxas, Seguros,Comissões Passiva, juros Passivos, Alugueis ativos,Comissões Ativas, Ordenados,Desepsas Gerais, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contas Integrais ou Patrimoniais são aquelas que integram o Patrimonio, isto é, todas as contas que representam Bens, Direitos e Obrigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saão Exemplos de Contas Integrais ou Patrimoniais: Caixa, Duplicatas a Receber, Duplicatas a Pagar, Promissórias a Pagar, Imoveis, Bancos c?Movimento, Veiculos, Móveis e Utensilios, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ter ainda CONTAS MISTAS, que ao mesmo tempo integram o Patrimonio e acarreta divergencia no mesmo. Como por exemplo podemos citar a Conta Mercadorias, utilizada tanto para compra como para venda,pois quando da contabilização da compra temos o valor do custo das mercadorias e quando da contabilização da venda, teremos o custo inicial das mesmas acrescido da margem de lucro da empresa, sendo que esta margem de lucro contabilizada é que acarreta a modificação (divergencia) no Patrimonio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o próprio nome nos diz, essas contas representam uma relação com a materialidade, ou seja, estas contas só devem existir enquanto existirem também os elementos materiais por ela representados na entidade.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-2384485753123117492?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/2384485753123117492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/teoria-materislista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/2384485753123117492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/2384485753123117492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/teoria-materislista.html' title='Teoria Materialista'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-9161090867236711100</id><published>2009-09-02T10:03:00.001-07:00</published><updated>2009-09-02T10:06:18.424-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Função essencial da conta'/><title type='text'>Função essencial da conta (Posição no lançamento)</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Mediante a posição no lançamento as contas são classificadas em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unilaterais e Bilaterais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As contas Unilaterais são aquelas utilizadas Sempre na mesma posição do lançamento, isto é, sempre no debito ou sempre no crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São exemplos de contas  Unilaterais: Descontos Passivos, Despesas Gerais, Impostos e Taxas, Capital etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  contas Bilaterais são aquelas que são utilizadas ora no debito ora no credito dos lançamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São exemplos de contas Bilaterais: Caixa, Duplicatas a Receber, duplicatas a pagar, Bancos c/movimento, Clientes, Fornecedores etc.&lt;/P&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-9161090867236711100?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/9161090867236711100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/funcao-essecial-da-conta-posicao-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/9161090867236711100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/9161090867236711100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/funcao-essecial-da-conta-posicao-no.html' title='Função essencial da conta (Posição no lançamento)'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-7880766878195520378</id><published>2009-09-02T09:32:00.001-07:00</published><updated>2009-09-02T18:30:54.658-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natureza das Contas'/><title type='text'>Natureza das Contas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Mediante natureza do saldo as contas podem ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estáveis devedoras, estáveis credoras e instáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contas estáveis devedoras são as que apresentam sempre saldo devedor, são exemplos de contas estáveis devedoras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caixa, Bancos, Duplictas a Receber, Estoques, Imobilizado, Custo, Despesas, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contas estáveis credoras são as que apresentam sempre saldo credor, são exemplos de contas estáveis credoras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fornecedores, Duplicatas a Pagar , Tributos a Recolher, Capital Social, Juros Ativos, Vendas, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contas instáveis: São aquelas que podem apresentar, ora saldo devedor , ora saldo credor, são exemplos de contas instáveis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado do Exercício, Resultado de Vendas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ativo e despesa têm natureza devedora, ou seja, os saldos das respectivas contas são considerados "positivos" quando são devedores. As contas tornam-se mais positivas quando recebem aplicação (e portanto débito) de recursos. &lt;br /&gt;Passivo, Receita e Capital têm natureza credora,. Quando uma conta dessas serve como origem (crédito) de recursos, ela se torna mais positiva. Se for uma conta passiva, espera-se que um dia ela receba um lançamento a débito para ser, quando uma conta possui saldo negativo, geralmente é erro de lançamento ou erro de classificação. Algumas dicas a respeito: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ativo negativo é na verdade um passivo, na gíria contábil, chamamos de saldo virado, portanto, &amp;nbsp;deve ser transferido logicamente depois de uma analise para saber se realmente o saldo está virado, um recebimento adiantado de cliente torna negativa a respectiva conta no Contas a Receber, pois é um passivo disfarçado; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma conta &amp;nbsp;ativa-negativa por tradição é a "Provisão para Devedores Duvidosos": não é uma dívida, mas claramente reduz o ativo de contas a receber; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passivo negativo é na verdade um ativo, que esta com saldo virado, por exemplo, um adiantamento a fornecedor pode criar um saldo momentaneamente devedor na respectiva conta passiva, o procedimento é idêntico ao Ativo negativo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Receita negativa é despesa. Alguns contadores posicionam determinadas despesas como receitas por serem "deduções da receita bruta", ou seja, é um dinheiro que nunca chega a entrar na empresa e nunca deveria ser tomado como receita real. Exemplo: IRRF sobre serviços, COFINS, PIS (quando cumulativos); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despesa negativa definitivamente não faz sentido, poderia ocorrer talvez em um lançamento de estorno, e estornos são coisas meio imperdoáveis numa contabilidade informatizada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capital negativo significa que você ou sua empresa está em sérios apuros, pois deve mais do que possui em bens e direitos. Infelizmente, isso acontece mesmo e com alarmante freqüência, geralmente com instituições financeiras. Um banco pode emprestar ("alavancar") até 20 vezes o capital no Brasil (países desenvolvidos permitem alavancagens ainda maiores), portanto basta um punhado de empréstimos mal-feitos para zerar o capital. &lt;br /&gt;Para isso vou usar como exemplo a conta CAIXA de uma empresa, já sabemos só pelo nome, que ela representa o dinheiro que esta dentro da empresa e que ela pertence ao ATIVO, sabemos também que os aumentos nessa conta são efetuados pelos débitos e que as diminuições são efetuadas pelo crédito. &lt;br /&gt;O caixa da empresa é como se fosse a sua carteira (desculpem o exemplo), é um dinheiro que esta com você no momento, bem idêntico ao dinheiro que esta na empresa a única diferença que a empresa não fica transitando com o dinheiro. &lt;br /&gt;Baseado nas informações acima podemos dizer que a conta Caixa, sempre terá um saldo devedor, ou não terá valor nenhum (saldo zero). &lt;br /&gt;Porém tenha sempre em mente que, tanto as contas estáveis devedora como as contas estáveis credoras, NUNCA poderá ter o saldo VIRADO, porque contraria a teoria dos saldo da contas.&lt;/pa&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-7880766878195520378?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/7880766878195520378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/natureza-das-contas.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/7880766878195520378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/7880766878195520378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/natureza-das-contas.html' title='Natureza das Contas'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-3466391229719494311</id><published>2009-09-01T18:25:00.001-07:00</published><updated>2009-10-25T06:16:02.254-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Objetivo da Contabilidade'/><title type='text'>O Objetivo da Contabilidade</title><content type='html'>Contabilidade: sistema de informação e avaliação que visa o provimento de demonstrações e análises de natureza econômica, financeira, física e de produtividade aos seus usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema de informação: conjunto organizado de dados, técnicas de acumulação, ajustes e emissões de relatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usuário: pessoa física ou jurídica com interesse na avaliação da situação e evolução de uma entidade. Usuários preferenciais ou externos são:&lt;br /&gt;- acionistas;&lt;br /&gt;- credores em geral e emprestadores de recursos; e&lt;br /&gt;- integrantes do mercado de capitais.&lt;br /&gt;Usuários secundários são os administradores da entidade e o Fisco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informação de natureza econômica &amp;gt; deve ser considerada a visão do que seja econômico para a contabilidade (demonstração do resultado do exercício, capital e patrimônio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informação de natureza financeira &amp;gt; fluxos de caixa, capital de giro, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informação de natureza física &amp;gt; complemento aos valores monetários (quantidades geradas de produto ou serviços, número de depositantes num banco, número de clientes numa empresa, número de funcionários numa empresa,etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informação de natureza de produtividade &amp;gt; se refere à utilização mista de conceitos de avaliação (financeiros) e quantitativos (físicos), como: receita bruta per capita, depósitos por cliente, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações de natureza financeira e econômica constituem o Núcleo Central da Contabilidade. As informações de natureza física e de produtividade são complementares às demonstrações contábeis tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo principal da contabilidade &amp;gt; permitir que os usuários avaliem a situação financeira e econômica da entidade e possam inferir sobre as tendências futuras da mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetivos da contabilidade devem contribuir para o processo decisório dos usuários, não se justificando por si mesma. Antes, deve ser um instrumento útil à tomada de decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tal, devem ser observados dois pontos:&lt;br /&gt;1. As empresas devem evidenciar ou divulgar todas aquelas informações que contribuem para a adequada avaliação de sua situação patrimonial e de resultados, permitindo inferências em relação ao futuro. As informações que não estiverem explícitas nas demonstrações, devem constar em Notas Explicativas ou Quadros Complementares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A contabilidade tem íntimo relacionamento do com os aspectos jurídicos os quais, muitas vezes não conseguem retratar a essência econômica. Visando bem informar, a contabilidade deve seguir a essência ao invés da forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Exemplo:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma empresa faz a venda de um ativo, assumindo o compromisso de efetuar sua recompra por um certo valor em determinada data. Obedecendo a essência ao invés da forma, deve-se registrar na contabilidade uma operação de financiamento (essência) e não de compra de venda (forma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A não utilização da informação contábil ou utilização restrita pode ser resultado de:&lt;br /&gt;a)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; deficiências na estrutura do modelo informativo;&lt;br /&gt;b)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; limitações do próprio usuário;&lt;br /&gt;c)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; baixa credibilidade por parte dos usuários;&lt;br /&gt;d)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; linguagem inadequada nas demonstrações contábeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contabilidade é uma ciência social no que se refere às suas finalidades, mas, quanto a metodologia de mensuração, reúne tanto o social quanto o quantitativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto as finalidades é social, uma vez que por suas avaliações do progresso das entidades, permite conhecer-se a posição de rentabilidade e financeira, e de forma indireta auxilia os acionistas, tomadores de decisões, investidores a aumentar a riqueza da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como metodologia, é parcialmente social uma vez que seus critérios de avaliação envolvem muitas vezes subjetividade e incerteza, oriundas do próprio ambiente social e econômico no qual as entidades estão operando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É parcialmente quantitativa, por materializar-se através da equação patrimonial básica (ATIVO = PASSIVO + PATRIMÔNIO LÍQUIDO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-3466391229719494311?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/3466391229719494311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/o-objetivo-da-contabilidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/3466391229719494311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/3466391229719494311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/o-objetivo-da-contabilidade.html' title='O Objetivo da Contabilidade'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-8460870548512828368</id><published>2009-09-01T18:24:00.000-07:00</published><updated>2009-09-08T03:28:45.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Contabilidade no Brasil'/><title type='text'>A Contabilidade no Brasil</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O Brasil não possui uma escola de pensamento contábil genuinamente brasileira. Pode-se dizer que em um primeiro instante, a nossa contabilidade foi baseada no método italiano e posteriormente migrou-se para o método norte-americano, na qual persiste até os dias atuais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contabilidade no Brasil ainda sofre grande influência da legislação tributária, notadamente da legislação do imposto de renda. Pode-se afirmar com certeza que em algumas organizações, principalmente nas micro e pequenas empresas, na maior parte do tempo o contador se dedica a questões tributárias. Nas médias e grandes empresas normalmente existe um departamento ligado a questões fiscais para tratar do assunto. Assim a contabilidade se subdivide em contabilidade financeira, contabilidade fiscal, contabilidade gerencial, contabilidade de custos etc.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contabilidade no Brasil teve uma primeira fase, quando então se utilizou o método italiano, cuja época vai de 1.915 à 1.964 contando com a contribuição de grandes autores dentre eles, Carlos de Carvalho, Francisco D`Auria e Frederico Herrmann Júnior. Atualmente são poucos os autores que seguem a corrente de pensamento italina, dentre eles destacamos o professor  Antonio Lopes de Sá.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos de Carvalho apresentou uma contabilidade baseada na visão contista (escola contista), já Francisco D`Auria e Frederico Herrmann Júnior adotaram a visão patrimonialista (escola patrimonialista) como corrente de pensamento contábil. Para esses últimos tratadistas, o objeto de estudo da contabilidade é o patrimônio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa primeira fase de desenvolvimento da contabilidade nacional foi marcada por dois aspectos relevantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) A intervenção da legislação no desenvolvimento de procedimentos contábeis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Forte influência doutrinária das escolas italianas de pensamento contábil.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação à intervenção da legislação, principalmente a tributária nos aspectos de natureza contábil, cumpre destacar que o desenvolvimento da contabilidade deve-se muito às intervenções dessa natureza, porém há uma espécie de consenso entre os pesquisadores de que o excesso de normas às vezes atrapalha. O profissional passa grande parte do tempo lendo resoluções, decretos, portarias, instruções normativas, atos declaratórios e outros que alteram códigos de recolhimento, prazos de entrega de determinadas declarações etc, atos que praticamente não modificam o conteúdo das Leis, mas que na vida prática atormentam a vida das pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda etapa do desenvolvimento da contabilidade brasileira teve início em 1.964, ano em que o professor José da Costa Boucinhas introduziu um novo método de ensino da contabilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Boucinhas adotou o método didático norte-americano baseado no livro Introductory accounting de Finney &amp; Miller. A partir dessa mudança de orientação didática, a influência dos autores italianos e das escolas de pensamento italianas foi sendo substituída pela dos autores norte-americanos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como conseqüência dessa mudança de enfoque, foi o lançamento do livro Contabilidade Introdutória, em 1.971, por uma equipe de professores da FEA-USP, livro adotado até os dias atuais, em suas edições mais recentes, em praticamente todas as faculdades de todo o Brasil, influenciando alunos e profissionais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do ano de 1.964 os professores do departamento de contabilidade da FEA-USP passaram a desenvolver várias pesquisas e, de certa forma, a dominar o cenário nacional de pesquisas contábeis.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano de 1.966 foi marcado por uma das maiores contribuições nacionais, a chamada escola de correção monetária. Foi nesse ano que o professor Sérgio de Iudícibus (FEA-USP) defendeu sua tese de doutoramento, intitulada Contribuição à Teoria dos Ajustamentos Contábeis. Pode-se dizer que esse trabalho foi uma das primeiras grandes contribuições da contabilidade nacional à comunidade mundial.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da adoção do método didático norte-americano pela USP em 1.964, e da apresentação do trabalho do professor Sérgio de Iudícibus, o direcionamento doutrinário contábil, especialmente do maior centro de pesquisa contábil nacional: o departamento de contabilidade e atuária da FEA-USP, muda definitivamente sua direção, abandonando as escolas de pensamento contábil italianas e assumindo os ditames da escola norte-americana.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das razões (entre as várias existentes) para a mudança de rumo foi a chegada das empresas de auditoria anglo-americanas que acompanhavam as multinacionais recém chegadas ao Brasil. Essas empresas ofereciam treinamento de alto nível aos profissionais para elaboração de peças contábeis, influenciando empresas menores e até legisladores. Tudo isso contribuiu para a mudança de rumo no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consolidação da escola Americana no Brasil é fato consumado tendo em vista que o livro Contabilidade Introdutória (adotado em praticamente todas as faculdades brasileiras) dá um toque especial de contabilidade brasileira à contabilidade norte-americana e com a publicação da Lei 6.404/76 – Lei das Sociedades Por Ações de 15 de dezembro de 1.976 que tem sua parte contábil inspirada na doutrina norte-americana.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o Brasil, não ter desenvolvido sua própria escola de contabilidade, as sucessíveis mudanças no cenário econômico, o período de altas taxas inflacionárias que perdurou até 1.995 e as inúmeras mudanças na legislação tributária fizeram com que a nossa legislação contábil seja uma das mais aperfeiçoadas do mundo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como ocorreu com as demais escolas de pensamento contábil, não podemos nos esquecer dos mais destacados pensadores contábeis nacionais, dentre os quais: Carlos de Carvalho, Francisco D`Auria e Frederico Hermann Júnior. Este último trabalhou na organização e reorganização da contabilidade de importantes empresas como por exemplo: Mappin Stores, Indústrias Klabin, Caixa Econômica Federal, Companhia Siderúrgica Nacional e Companhia Vale do Rio Doce.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hermann Júnior, como era conhecido, publicou diversas obras ligadas a contabilidade e foi um dos fundadores e Presidente do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (anteriormente chamado de Instituto Paulista de Contabilidade) e da Editora Atlas, organismos que existem até hoje.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente pode-se dizer que o método norte-americano domina o cenário mundial, inclusive com forte presença na Itália. Os críticos atribuem aos Italianos, demasiado valor a questões teóricas, sendo esta a principal causa do fracasso italiano. Os italianos praticamente criaram a contabilidade e não souberam o que fazer com ela quando a mesma já estava em estágio adulto.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns eventos que marcaram o desenvolvimento da contabilidade no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.850 - Publicação do Código Comercial Brasileiro, na qual instituiu a obrigatoriedade da escrituração contábil e elaboração anual da demonstração de resultado e do balanço geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.902 - 20 de abril, criação da Escola de Comércio Álvares Penteado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.931 - 30 de julho, publicação do decreto nº. 20.158 na qual organizou o ensino comercial e regulamentou a profissão contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.940 - Publicação do decreto nº. 2.627, a primeira Lei das Sociedades por Ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.945 - A profissão contábil foi considerada como uma carreira universitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.946 - Fundação da FEA-USP, instituição do curso de ciências contábeis e atuariais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.946 - Criação do Conselho Federal de Contabilidade e dos respectivos conselhos regionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.971 - Publicação do livro Contabilidade Introdutória, equipe de professores da FEA-USP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.972 - Resolução 220 – Circulares 178 e 179 do Banco Central do Brasil. A circular 178 obrigou o registro dos auditores independentes no Banco Central e a circular 179 tratou dos princípios e normas de contabilidade (não listou os princípios, apenas normatizou).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.972 - O Conselho Federal de Contabilidade baixou a resolução nº. 321, que conceituou os Princípios Fundamentais de Contabilidade Geralmente Aceitos (PCGA) e adotou as normas (quase que na íntegra) e procedimentos de auditoria elaborados pelo IAIB, atual IBRACON.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.976 - Publicação da Lei 6.404, a nova Lei das Sociedades Por Ações (em vigor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.976 - Criação da Comissão de Valores Mobiliários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.977 - Publicação do Decreto-lei nº. 1.598 – adequou o Regulamento do Imposto de Renda (RIR) à nova Lei das Sociedades por Ações e estendeu as normas e princípios contábeis da Lei das Sociedades por Ações às demais empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.993 - Publicação da Resolução CFC 750, que estabeleceu os novos princípios fundamentais de contabilidade (em vigor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.995 – Publicação da Lei nº. 9.249, que eliminou a correção monetária das demonstrações contábeis.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao analisar-se a evolução da contabilidade no Brasil, percebe-se que desde o início fica patente a interferência da legislação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das primeiras manifestações da legislação como elemento propulsor do desenvolvimento contábil brasileiro, foi o Código Comercial de 1850, que instituiu a obrigatoriedade da escrituração contábil e da elaboração anual da demonstração do balanço geral composto de bens, direitos e obrigações, das empresas comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1902 surgiu em São Paulo a Escola Prática de Comércio que criou um curso regular que oficializasse a profi8ssão contábil. O objetivo desta escola era o de aliar ao desenvolvimento agrícola, o início da expansão industrial com a necessidade de habilitar e criar especialistas para, internamente, preencher as tarefas de rotina da contabilidade e controlar as finanças e, externamente, dotar São Paulo de elementos capazes de articular o desenvolvimento dos negócios, com a conseqüente ampliação das fronteiras de atuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Decreto-Lei nº 2627 de 1940, instituiu a primeira Lei das S/A, estabelecendo procedimentos para a contabilidade como:&lt;br /&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Regras para a avaliação de ativos.&lt;br /&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Regras para a apuração e distribuição dos lucros.&lt;br /&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Criação de reservas.&lt;br /&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Determinação de padrões para a publicação do balanço.&lt;br /&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Determinação de padrões para a publicação dos lucros e perdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Federal de Contabilidade (CFC), através da Resolução CFC 321/72 passou a adotar os Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos como normas resultantes do desenvolvimento da aplicação prática dos princípios técnicos emanados da contabilidade, visando proporcionar interpretações uniformes das demonstrações contábeis. &lt;br /&gt;Em 1976 foi publicada a nova Lei das S/A nº 6404, significando uma nova fase para o desenvolvimento da contabilidade no Brasil e incorporando de forma definitiva as tendências da Escola Norte-Americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1981 a Resolução CFC nº 529 disciplinou as Normas Brasileiras de Contabilidade e a Resolução CFC nº 530 os Princípios Fundamentais de Contabilidade, os quais foram atualizados em 1993 pela Resolução CFC º 750.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-8460870548512828368?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/8460870548512828368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/contabilidade-no-brasil.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8460870548512828368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8460870548512828368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/contabilidade-no-brasil.html' title='A Contabilidade no Brasil'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-8310371395247103912</id><published>2009-09-01T15:02:00.001-07:00</published><updated>2009-09-02T18:32:09.020-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola  Alemã'/><title type='text'>Escolas de Contabilidade - Alemã</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O desenvolvimento da escola alemã, assim como o próprio desenvolvimento doutrinário da contabilidade ocorrido no final do século XIX e início do século XX, deveu-se em parte às crescentes necessidades dos usuários das informações contábeis nos vários setores da sociedade.&lt;br /&gt;Alguns fatores que muito contribuíram para esta evolução foram:&lt;br /&gt;1.    O desenvolvimento dos mercados financeiros&lt;br /&gt;2.    A aceleração crescente da concentração das companhias&lt;br /&gt;3.    A expansão dos grupos empresariais&lt;br /&gt;4.    As crises sociais dos períodos de guerra e pós-guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As correntes doutrinárias surgidas na Alemanha estavam direcionadas para a análise da gestão e da organização das entidades, buscando a sistematização dos conhecimentos relativos à vida econômica das empresas, assim como a formulação dos princípios que presidem a organzação e a gestão das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos tratadistas alemães desenvolveram teorias sobre balanços como forma de dar mais qualidade à informação contábil, merecendo destaque a teoria estática, a teoria orgânica e a teoria dinâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os defensores da teoria estática ou monista, o balanço patrimonial é o instrumento responsável pela demonstração da situação patrimonial da entidade. O resultado de um período deve ser apurado a partir do confronto entre o valor patrimonial inicial e final deste período. A avaliação patrimonial mereceu dos primeiros tratadistas desta escola uma dedicação especial, uma vez que a mesma se traduz num ato de predizer o resultado em dinheiro calculado na data do balanço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a teoria orgânica ou dualista, o balanço patrimonial pode fornecer não somente o estado patrimonial mas os reais resultados do exercício. Esta dualidade é possível a partir da avaliação dos elementos patrimoniais a valor de reposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria dinâmica foi sem dúvida a de maior destaque no doutrinamento alemão tendo como expoente máximo Eugen Schmalenbach. Este autor separou os balanços em estáticos e dinâmicos. O balanço estático era utilizado para a determinação do valor e composição do patrimônio em um determinado momento ao passo que o dinâmico tinha por finalidade a apuração do resultado de um exercício, sendo considerado por isso mesmo um balanço de resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal conta do doutrinamento de Schmalenbach era a conta de ganhos e perdas, uma vez que ela revelava a movimentação ocorrida num determinado período, em função da gestão sobre um patrimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das características do doutrinamento do balanço dinâmico é a sistemática de movimentação das contas, uma vez que nesta demonstração são classificados os valores pendentes. Assim, os ativos permanentes como prédios, máquinas, veículos, etc., que aparecem no balanço, devem ser interpretados como saídas ou despesas da conta de ganhos e perdas, razão pela qual se encontram no ativo, sendo que se forem vendidos, transformando-se em receitas, deverão ser amortizados nos períodos seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O balanço patrimonial é na realidade uma conta auxiliar que recebe os valores relativos às negociações em circulação, ou seja, são valores pendentes que não podem ser classificados na conta de resultados. Com exclusão da conta caixa, os demais valores patrimoniais são pré-prestações (ativo) ou pós-prestações (passivo), que devem ser entendidos como valores transitórios, ou seja, representam elementos positivos e negativos de resultados futuros. Assim, todos os elementos da conta de ganhos e perdas devem possuir um relacionamento com as contas do balanço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento das idéias de Schmidt (outro expoente da escola), sobre a contabilidade a valores correntes, especialmente na forma de publicação das demonstrações contábeis como decorrência das altas taxas de inflação na Alemanha no início do século, significou entre outras, uma importante contribuição desta escola ao processo de comunicação contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens mais importantes desta escola foram: Schmalenbach, Schmidt, Gomberg, Schar e Gutenberg.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-8310371395247103912?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/8310371395247103912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-alema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8310371395247103912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8310371395247103912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-alema.html' title='Escolas de Contabilidade - Alemã'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-5522905968974925001</id><published>2009-09-01T15:01:00.001-07:00</published><updated>2009-09-02T18:32:50.174-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Norte Americana'/><title type='text'>Escolas de Contabilidade - Norte Americana</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O início desta escola, a partir do surgimento das grandes corporações no começo do século XX, foi caracterizado pelo aspecto prático no tratamento de problemas econômico-administrativos, com limitadas construções teóricas as quais tiveram origem em entidades ligadas a profissionais da área contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformou-se numa das mais importantes e influentes no mundo, ditando regras para o tratamento de questões ligadas à contabilidade de custos, controladoria, análise das demonstrações contábeis, gestão financeira, controle orçamentário, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As associações profissionais foram as principais propulsoras do desenvolvimento doutrinário nos EE.UU., especialmente da contabilidade financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as principais contribuições desta corrente ao processo de comunicação contábil estão:&lt;br /&gt;1.    A busca da qualificação da informação contábil como forma de subsidiar a tomada de decisão dos gestores.&lt;br /&gt;2.    A padronização dos procedimentos utilizados pela contabilidade financeira como forma de aumentar a confiança nas demonstrações contábeis, tendo em vista a quebra da bolsa de Nova Iorque em 1929.&lt;br /&gt;3.    O estabelecimento dos Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos (US-GAAP) para garantir que as informações enviadas pela contabilidade aos usuários fossem confiáveis.&lt;br /&gt;4.    O estabelecimento de dois objetivos gerais da contabilidade&lt;br /&gt;1 – Fornecer informações sobre os recursos econômicos e as obrigações da entidade.&lt;br /&gt;2 – Fornecer informações sobre as mudanças nos recursos da entidade, pretendendo fomentar a qualificação das informações aos diversos usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola Norte-Americana contribuiu decisivamente para a contabilidade gerencial.&lt;br /&gt;Os principais personagens desta escola foram: Sprague, Hatfield, Paton, Littleton, Moonitz.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-5522905968974925001?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/5522905968974925001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-norte.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/5522905968974925001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/5522905968974925001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-norte.html' title='Escolas de Contabilidade - Norte Americana'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-7300532650521688921</id><published>2009-09-01T15:00:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T18:33:53.988-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Patrimonialista'/><title type='text'>Escolas de Contabilidade - Patrimonialista</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Os teóricos desta escola (1926) definem o patrimônio como o objeto da contabilidade, pois o mesmo é uma grandeza real que se transforma com o desenvolvimento das atividades econômicas, cuja contribuição deve ser conhecida para que se possa analisar adequadamente os motivos das variações ocorridas no decorrer de determinado período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fundamentos da doutrina patrimonialista se baseiam nos seguintes princípios:&lt;br /&gt;1.    O objeto da contabilidade é o patrimônio aziendal&lt;br /&gt;2.    Os fenômenos patrimoniais são fenômenos contábeis&lt;br /&gt;3.    A contabilidade é uma ciência social&lt;br /&gt;4.    A contabilidade se divide em três ramos na sua parte teórica: estática patrimonial, dinâmica patrimonial e revelação patrimonial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estática patrimonial se ocupa do patrimônio no seu aspecto estático (equilíbrio funcional e financeiro dos elementos patrimoniais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dinâmica patrimonial estuda o patrimônio na sua condição dinâmica (obtenção e emprego de capitais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revelação patrimonial pode ser definida como um conjunto de princípios e de normas que regem a individuação e a representação qualitativa e quantitativa – especialmente monetária ou valorativa – do patrimônio, em dado instante e na sucessão de instantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os patrimonialista a contabilidade não é apenas uma disciplina que tem por objetivo a revelação do patrimônio, ou seja, a representação da vida patrimonial da entidade como sugeriram os neocontistas, mas uma ciência, portanto, com leis e princípios próprios, que estuda e interpreta os fenômenos patrimoniais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande expoente desta escola foi Vicenzo Masi.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-7300532650521688921?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/7300532650521688921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-patrimonilista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/7300532650521688921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/7300532650521688921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-patrimonilista.html' title='Escolas de Contabilidade - Patrimonialista'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-2308199060486390035</id><published>2009-09-01T14:59:00.001-07:00</published><updated>2009-09-02T18:34:22.953-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Aziendalista'/><title type='text'>Escolas de Contabilidade - Aziendalista</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Escola Aziendalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerboni e Besta dirigiram seus estudos ao campo das aziendas, acrescentando a organização, administração e o controle, à parte científica da contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gino Zappa, como máximo representante desta escola, colocou num só plano a Gestão, a Organização e a Contabilidade, não admitindo o estudo científico da contabilidade sem o conhecimento concomitante das doutrinas que, ao seu lado, formam a economia aziendal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina da gestão está voltada para a definição de um conjunto de princípios destinados a servir de instrumento de auxílio à ação da gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina da organização está direcionada para o estudo da constituição e harmonização do organismo pessoal da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contabilidade tem como função a demonstração dos resultados da gestão, através da observação adequada ao estudo quantitativo dos fenômenos empresariais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante do pensamento doutrinário de Zappa foi o de desenvolver um sistema teórico contábil a partir do resultado. Segundo ele, a contabilidade deveria ocupar-se da demonstração dos fatos da gestão e não se resumir apenas a um simples método de registro. Para que esta demonstração fosse possível, todos os fatos a demonstrar deveriam ser conhecidos. Tais fatos são fenômenos econômicos que, normalmente, fazem parte de um fluxo de trocas monetárias entre a entidade e as economias externas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida econômica e financeira da entidade somente será plenamente conhecida a partir da total revelação destes fatos pela contabilidade. A finalidade desta demonstração é conhecer os custos e receitas provenientes da gestão empresarial, ou seja, conhecer o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na concepção de Zappa, o resultado é definido como o acréscimo ou decréscimo sofrido pelo capital em determinado período administrativo, como conseqüência das operações da gestão. O resultado e o capital representam duas diferentes visões do mesmo fenômeno. O capital é a representação do conjunto de elementos do ativo e do passivo que irão gerar o resultado da entidade, ao passo que o resultado é a representação das mudanças dos componentes patrimoniais em um determinado período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecer periodicamente o resultado do período é indispensável para a análise do desempenho da entidade e de seus dirigentes, o que levou Zappa a dedicar grande atenção a este aspecto em seus estudos. Para ele, a gestão de cada exercício, é influenciada positiva ou negativamente pelos acontecimentos que tiveram lugar em períodos anteriores e do que venha a ocorrer em períodos subsequentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Zappa tanto a separação exata dos resultados de vários exercícios como tentativa de determinar com exatidão os custos de produção, é uma utopia, já que existem operações em curso no fim do exercício e no início do próximo exercício, que colaboram com a formação do resultado, ou seja, operações que iniciaram em exercícios anteriores e operações que se encerrarão em períodos posteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se resumir as contribuições desta escola para a comunicação contábil mencionando que para seus representantes:&lt;br /&gt;1.    A teoria contábil deveria ser capaz de interpretar os acontecimentos ligados a vida da entidade e demonstrar a formação do resultado e suas relações com os fatos administrativos e com todo o contexto em que a entidade está inserida.&lt;br /&gt;2.    O resultado era considerado o mais importante fenômeno econômico de uma entidade.&lt;br /&gt;3.    O conhecimento e demonstração do resultado da gestão empresarial representava o principal objetivo da contabilidade.&lt;br /&gt;Os expoentes máximos desta escola foram Zappa e Fibonacci.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-2308199060486390035?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/2308199060486390035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-aziendalista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/2308199060486390035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/2308199060486390035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-aziendalista.html' title='Escolas de Contabilidade - Aziendalista'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-780927813141316173</id><published>2009-09-01T14:58:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T18:34:51.930-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Neocontista'/><title type='text'>Escolas de Contabilidade - Neocontista</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O neocontismo (1914) restituiu à contabilidade o seu verdadeiro objeto: a riqueza patrimonial e, em conseqüência, trouxe grande avanço para o estudo da análise patrimonial e dos fenômenos decorrentes da gestão empresarial, tendo surgido como um movimento contrário ao personalista, defendendo o valorismo das contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os neocontistas as contas não deveriam ser abertas a pessoas ou entidades, nem representavam direitos e obrigações, mas deveriam refletir os valores dos componentes patrimoniais sujeitos à modificações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta escola foi responsável, também, por atribuir à contabilidade o papel de colocar em evidência o ativo, o passivo e a situação líquida das unidades econômicas. Para tanto, seria necessário abrir-se contas com valores dos ativos (positivas), passivos (negativas) e diferenciais (abstratas/situação líquida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais regras contábeis são expressadas a partir da fórmula do balanço, isto é: Ativo (igual) Passivo (mais ou menos) Situação Líquida (A=P+/-SL), sendo que a disposição das contas no balanço deve basear-se, para o ativo, no seu grau de disponibilidade e para o passivo, no de exigibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dinâmica do balanço era interpretada pelos neocontistas, tomando por base os fatos permutativos e modificativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do que denominavam dinâmica contabilística, afirmavam que num balanço, em um momento qualquer, a soma das importâncias referentes ao débito é igual a soma das importâncias referentes ao crédito, o que eqüivale a dizer que a um débito corresponde sempre um crédito de igual valor. Nessa concepção, as contas ativas são debitadas pelo valor inicial e pelos aumentos e creditadas pelas diminuições. Em relação às contas passivas, ocorre exatamente o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola neocontista concentrou-se na chamada teoria materialista ou positivista das contas, pois para a maioria dos seus adeptos, a principal função da contabilidade se resumia na revelação patrimonial, ocupando-se principalmente dos processos de classificação e registro das contas, em detrimento dos aspectos econômico-administrativos dos eventos registrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida a grande contribuição desta escola à comunicação contábil foi a separação entre passivo e situação líquida, no balanço.&lt;br /&gt;Os principais expoentes desta escola foram: Besta, Dumarchey, Delaporte, Calmés.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-780927813141316173?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/780927813141316173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-neocontista.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/780927813141316173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/780927813141316173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-neocontista.html' title='Escolas de Contabilidade - Neocontista'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-2294642829871114208</id><published>2009-09-01T14:56:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T07:09:41.889-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Controlista'/><title type='text'>Escolas de Contabilidade - Controlista</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Escola Controlista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Fabio Besta (1880) a contabilidade representava a ciência do controle econômico. Este autor considerava que o controle econômico se compunha de duas partes: uma responsável pelo registro contábil dos momentos da administração econômica e sua efetivação por meio de escrituração e a outra representava a revelação das partidas dobradas dos fatos administrativos em conexão com os critérios organizacionais articulados de acordo com os mecanismos de controle inerentes à escrituração contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na visão dos controlistas, os balanços, as contas, os orçamentos, as demonstrações de resultados, etc., representavam uma forma de controle da riqueza dos organismos econômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Besta entendia que a contabilidade tinha a missão de atender as seguintes três fases: primeiro estabelecer um ponto de partida para tornar possível a análise dos resultados da gestão; em segundo lugar acompanhar a gestão evidenciando os fatos ocorridos que julgar-se o trabalho administrativo e a terceira fase demonstrar os resultados finais da administração econômica para a devida aprovação ou rejeição da gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igualmente considerava que o patrimônio deveria ser representado por uma grandeza mensurável e variável, isto é, demonstrado por uma soma de valores positivos e negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Besta classificou as funções de controle econômico (ou de contabilidade) conforme o momento em que ocorriam com referência aos fatos administrativos e de acordo com a sua natureza. Segundo o momento de ocorrência, as funções de controle são: antecedentes, concomitantes e subsequentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecedentes são os contratos, estatutos, regulamentos, atas, inventários, etc.&lt;br /&gt;Concomitantes são os controles que se caracterizam pela vigilância das tarefas determinadas para cada pessoa. Esta deve ser feita por quem exerce a autoridade direta, pelos administradores ou outras pessoas indicadas para tal fim, visando a proteção da entidade. Para tal, podem ser utilizados cartões, apontamentos, medidores, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A função subsequente é o exame dos fatos em seus aspectos jurídicos e econômicos, ou seja, o confronto entre o que foi realizado com o que deveria ter sido feito. Os instrumentos usados são os documentos referentes aos dois controles anteriores, os registros contábeis, os balanços, as prestações de contas, o exame destas prestações e sua aprovação ou rejeição.&lt;br /&gt;O controle econômico pode ser considerado com uma das finalidades dos sistemas de escrituração, não abrangendo, contudo, em sua totalidade o objeto da contabilidade. Aspectos relativos à formação dos custos, realização de receita, equilíbrio financeiro e outros que provam variações patrimoniais, são objeto de operações de controle, porém, a contabilidade não se limita unicamente a esses aspectos. O controle é apenas um instrumento de apoio e não um fim ou objeto da contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As contribuições desta escola à comunicação contábil foram:&lt;br /&gt;1.    o controle significava um melhor estudo substancial das operações da entidade para estabelecer se as mesmas estavam sendo desenvolvidas de acordo com critérios de conveniência econômica que devem guiar a conduta de uma entidade.&lt;br /&gt;2.    A informação contábil servia como uma base para a análise da gestão passada e como instrumento de informação para previsões futuras.&lt;br /&gt;3.    O desenvolvimento sistemático de princípios que informavam sobre o patrimônio das entidades, sobre seus inventários, avaliações de bens, orçamentos e demonstrações contábeis.&lt;br /&gt;Os principais personagens desta escola foram: Besta, Alfieri, Ghidiglia, D’Alvise e Lorusso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábio Besta e a Escola de Veneza  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoria: Nelson Trus Cabral   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os personalistas fizeram oposição aos contistas, os controlistas fizeram oposição aos personalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola personalista, situada em Toscana, tinha grande força e prestígio, porém com o aparecimento da Escola de Veneza (controlista) encontrou contestações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou no discurso de inauguração do Ano Acadêmico em Veneza, em 1880, feito por Fábio Besta, que falava de debates que já haviam sido processados em público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a divergência dessas idéias contribuiu-se positivamente para o pensamento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Contabilidade, os debates entre os três grandes da época: Cerboni, Rossi (personalistas) e Besta (Controlista), fizeram história, principalmente no 1º Congresso Italiano de Contabilidade, realizado em Roma, em 1879, no confronto entre as escolas científicas, o que fez Besta à fazer o seu discurso já citado anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábio Besta, afim de criar novas formas de estudos da Contabilidade, contribuiu muito para o desenvolvimento da ciência Contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Besta causaria influências nos pensamentos dos estudiosos do Século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua obra mais importante é La Ragioneria, em três volumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os pensamentos de Besta formou-se a Escola de Veneza, a qual mais tarde contribuiu para o conhecimento contábil destacando Vittorio Alfieri, Pietro Rigobon, Francesco de Gobbis, Vincenzo Vianello, entre outros com obras muito importantes publicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode excluir os pensamentos dos personalistas os quais auxiliaram, também, muito o desenvolvimento da Contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra de Fábio Besta e suas Razões Científicas - Fábio Besta admitiu a importância do “controle da riqueza aziendal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Besta afirmava : “a riqueza pertinente a uma azienda forma a substância ou patrimônio àquela legado e todo azienda possui substância, seja pequena ou grande”. Com isso ele queria dizer que a dinâmica da riqueza, afirma que a satisfação das necessidades através dela gera um sem número de fenômenos e que é necessário uma ciência específica para estudá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa afirmativa Besta expõe sua primeira diferença ao pensamento personalista que defendia que pelos direitos ou obrigações só ocorrem quando as mesma é dinamizada. Através do pensamento de Besta, fica bem claro o ponto de vista sobre a riqueza, sobre a necessidade de considerá-la como ela mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As afirmativas de Besta rebatem com os pensamentos de Cerboni, os axiomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Besta enfatizava a preocupação dos estudos, na Contabilidade, que não deviam estar relacionadas com o direito, mas sim naquela de utilização, para a satisfação das necessidades. “O direito de possuir alguma coisa por si só de nada vale. O legitimo proprietário conserva todos os direitos sobre as coisas, ainda quando lhe são roubadas; se não tem possibilidade de recuperá-las, aquelas coisas para ele de nada valem.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recusa a definição de patrimônio enunciada por Cerboni e Rossi, ou seja, não aceita o patrimônio sob a defesa de direitos e obrigações, mas, sim, como um agregado de valores, como “grandeza comensurável”. “O valor de uma coisa se refere a disponibilidade e ao seu livre uso, em suma a sua posse e esta jamais será plena se não lhe é assegurado isto no presente e no futuro, sem limite de tempo, ou seja, enquanto durar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As convicções de Besta sobre o valor levou o mesmo a implantar o raciocínio de que as contas não se abrem para pessoas, mas para valores, e segundo Masi, tal forma de pensar deu origem a um Neocontismo que se desenvolveria, inclusive, fora da Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao tratar da Classificação dos elementos patrimoniais, consagra uma metodologia de classificação por funções dos elementos da riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considera os bens como “forças verdadeiras e próprias das aziendas” e admite o lucro ou a perda como comparação de dois estados da mesma riqueza em determinado tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atribui à Administração o grande relevo que possui em face dos estudos contábeis, mas é nas funções de controle que mais se empenha em situar como principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirma que é pelo controle que tudo se torna relevante e que o estudo das causas e dos efeitos de tais funções são os básicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classifica os Controles em: antecedentes, concomitantes e subsequentes, afirmando que tudo deve ser registrado e que o objeto dos registros são os fatos ocorridos com a riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Besta, de nada vale a própria certeza do direito de uma coisa se nada podemos fazer com ela e se sua posse só se dará em tempo futuro e incerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ciência Contábil, nessa fase áurea do início do século, já havia alcançado sua maioridade e plenitude de grandeza como acervo de doutrinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre as “Contas” não só discorre sobre todas as suas teorias em vigor, como apresenta razões profundas de raciocínio quando afirma: “A natureza das contas depende manifestamente da índole do seu objeto, de seu registro e dos fatos e mutações que se refere, e tal índole não varia apenas porque variou o critério do registro; disto deduz-se que a teoria das contas não depende de métodos de registro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância, pois, do que representou para a Contabilidade a obra de Besta é deveras muito grande e merece todo o destaque como uma das mais expressivas produções da era Moderna científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua grande reação ao Personalismo, no entender de Masi, tão veemente se fez que deu lugar a uma nova corrente, que seria a neocontista, das “correntes abertas a valor”, como já nos referimos, mas, em verdade, pode-se tomar tal posicionamento mais como uma veemente postura de defesa de um materialismo que Besta herdara de Villa que mesmo a disposição de criar uma escola de pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlo Ghidiglia, o gênio do Conrolismo - Aderiram ao pensamento de Fábio Besta ilustres estudiosos, mas poucos com a qualidade de Carlo Ghidiglia, sobre o qual Bertini admite que “entre os estudiosos da Contabilidade da segunda metade dos anos do oitocentos e os primeiros decênios do novecentos ocupa uma posição de relevo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ghidiglia defendia sua escola através do Controlismo ao contrário de Rossi que defendia a escola de Toscana através do Personalismo, ou seja, tão ilustres e fiéis seguidores e discípulos de uma escola que sem dúvida se tornaram expoentes nelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ghidiglia foi um dos maiores defensores do Controlismo em uma época que Bertini considera a da máxima maturidade da Contabilidade Científica na Itália e que foi de 1883 a 1888.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o título La Ragioneria nel passato, nel presente e nell’avvenire, publicou importante trabalho que ofereceu o panorama histórico, a realidade e a prospeção dos estudos contábeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Ghidiglia, a Contabilidade, como ciência, tem a seu cargo regular todas as ações que se relacionam com a riqueza e com as necessidades humanas, o que também está absolutamente correto, somente a somatória da prosperidade das células sociais pode levar à prosperidade global de uma nação e da própria humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eles denominaram, naquela época, de econômico, todavia, não tinha a conotação que hoje possui; baseava-se na estreita visão de que a obtenção do lucro, do suprimento das necessidades materiais, fosse exclusivamente estudo da área da economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As razões lógicas nas quais Ghidiglia se apoiou para encontrar a definição da Contabilidade, foram as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-o homem tem deficiências intelectuais e morais que impedem que a ação administrativa se desenvolva em cada caso segundo o postulado hedonístico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-em decorrência, torna-se conseqüência natural que o homem se esforce por suprir as referidas deficiências;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-surge, por isso, naturalmente, alguns fenômenos ou fatos pelos quais se venham a colmar essas deficiências;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-esse fenômenos ou fatos têm todos uma mesma causa e, em sua forma de operar, são dirigidos por um só sistema de leis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-esse sistema de leis constitui uma ciência orgânica pertinente, que é a Contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas relações lógicas ou premissas que formam suas bases para definir-se a Contabilidade ele as produziu em 1902, ou seja, bem no início do século XX, seguindo uma atmosfera que também cada vez mais se adensava no campo do social e que se formara com vigor a partir do positivismo de Augusto Comte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como razões fundamentais da Contabilidade ele aceita as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-necessidade de conhecer o estado de uma substância ou de uma parte dela, no seu complexo ou em seus singulares elementos de composição;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-necessidade de conhecer as mutações que ocorrem por efeito da obra administrativa sobre a mesma substância, considerada em suas partes e em seu todo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-necessidade de determinar, antes que ocorra, qual será a ação administrativa no seu todo e em seus elementos, assim como os efeitos prováveis dessa mesma obra;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-necessidade de conter ou de estimular a obra administrativa, seja qual for o caso, para que particularmente atenda a cada condição necessária;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-necessidade de determinar como foi concluída a gestão, que efeitos produziu, que relações ocorreram entre a determinação administrativa e os seus efeitos pertinentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto alto de sua teoria, a visão extraordinária que tem, centraliza-se na hierarquia que estabelece para o estudo dos fenômenos, ou seja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a-estudo da riqueza;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b-estudo das funções da riqueza;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c-estudo dos agregados da riqueza (organismos que explicam as funções ou fenômenos patrimoniais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo das obras de Ghidiglia nos dá a plena satisfação de observar uma obra verdadeiramente científica, de altíssima qualidade, superior, inclusive, a muitas que se editam na atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros eméritos controlistas e suas obras - Pietro D’Alvise - Foi dos mais queridos e valoros discípulos de Fábio Besta. Produziu um dos grandes tratados clássicos da Contabilidade, Principii e precetti di ragioneria, cuja segunda edição é de 1934.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francesco De Gobbis - O primeiro a divulgar a doutrina de Besta, em 1889 em sua obra “Ragioneria Generale”, obtendo nada menos de 21 edições em 50 anos, emitiu preciosas definições e um ataque ferrenho às concepções cerbonianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincenzo Vianello - Historiador emérito da Contabilidade, especialista em Contabilidade Pública. Também foi mestre exemplar, tendo produzido diversos trabalhos e uma obra de sucesso, que foi Istituzioni di ragioneria generale, cuja primeira edição é de 1906.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pietro Rigobon - Foi um grande especialista na área Contábil bancária e um professor de renome, tendo participado com Fábio Besta da segunda edição de sua La ragioneria (junto também com Vittorio Alfieri e Carlo Ghidiglia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vittorio Alfieri - Aluno dileto de Besta e um dos mais fieis intérpretes do pensamento do seu Mestre. Publicou diversos trabalhos, mas sua obra mais importante foi a Ragioneria Generale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benedetto Lorusso - Era colaborador de Fábio Besta, editou muitos trabalhos, como La Partita Doppia, Ragioneria Generale basata sulle funzioni di controllo economico, Aggiunte alle nozione di ragioneria generale, Commercio di importazione e di esportazione, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-2294642829871114208?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/2294642829871114208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-controlista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/2294642829871114208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/2294642829871114208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-controlista.html' title='Escolas de Contabilidade - Controlista'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-3512723441171188291</id><published>2009-09-01T14:55:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T18:35:49.542-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Personalisticas'/><title type='text'>Escolas de Contabilidade - Personalisticas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Escola Personalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta escola surgiu como uma reação ao contismo, durante a segunda metade do século XIX (1867), dando personalidade às contas para poder explicar as relações de direitos e obrigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A personificação das contas já existia desde os primeiros expositores do método de partidas dobradas, porém, esta personificação não constituía uma teoria científica e sim um artifício usado pelos autores para explicar o mecanismo das contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os teóricos do personalismo, as contas deveriam ser abertas tanto para pessoas físicas como jurídicas (pessoas verdadeiras), e o deve e haver representavam débitos e créditos das pessoas a quem as contas foram abertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros idealizadores desta teoria foi Francesco Marchi (1822/1871). Mas foi Giuseppe Cerboni(1827/1917) o verdadeiro construtor da teoria personalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificava a personificação das contas por considerar que qualquer operação administrativa, correspondente à gestão de qualquer entidade, assume relevância jurídica em virtude do débito e crédito que provoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerboni fundamentou a teoria personalista nos seguintes axiomas:&lt;br /&gt;1.    Toda a administração consta de uma ou várias aziendas (conjunto de bens materiais, direitos e obrigações que formam o patrimônio) e toda azienda tem um proprietário ou chefe a quem pertence em absoluto ou por representação a matéria administrável. Por outro lado, não se pode administrar sem que o proprietário ou chefe entre em relação com agentes (empregados) e correspondentes (terceiros).&lt;br /&gt;2.    Uma coisa é possuir os direitos de propriedade e de soberania da azienda e outra coisa é administrá-la.&lt;br /&gt;3.    Uma coisa é administrar a azienda e outra é guardar os bens da mesma e ser responsável por eles.&lt;br /&gt;4.    Nenhum débito é criado sem que de forma simultânea se crie um crédito e vice-versa.&lt;br /&gt;5.    Em relação aos empregados e terceiros, o proprietário é de fato o credor do ativo e o devedor do passivo. Os empregados e terceiros nunca serão debitados ou creditados sem que o proprietário seja creditado ou debitado pela mesma importância.&lt;br /&gt;6.    O deve e o haver do proprietário somente variam como conseqüência de ganhos ou perdas ou de reduções ou reforços da dotação inicial da azienda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No personalismo, a ciência contábil é considerada o estudo das variações da riqueza em relação a azienda e a contabilidade a ciência da administração aziendal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma importante contribuição desta escola à comunicação contábil foi a de que a contabilidade passou a ser considerada um instrumento informacional sobre a gestão das entidades, em vez de uma mera técnica de registro de transações econômicas. Portanto, considerada uma discip0lina ligada à gestão e ao processo de tomada de decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais personagens foram Marchi, Cerboni e Rossi.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-3512723441171188291?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/3512723441171188291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/3512723441171188291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/3512723441171188291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade.html' title='Escolas de Contabilidade - Personalisticas'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-8721892825076165091</id><published>2009-09-01T14:52:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T18:36:33.356-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Italiana'/><title type='text'>Escolas de Contabilidade - Italiana</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Escola Italiana de Contabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o surgimento do Método de Partidas Dobradas no século XIII ou XIV, e sua divulgação através da obra “La Summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni et Proportionalitá” de autoria do Frei Luca Pacioli, publicada em Veneza em 10/11/1494 (1ª edição), a escola italiana ganhou um grande impulso, espalhando-se por toda a Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias correntes de pensamento contábil se desenvolveram dentro da escola italiana, sendo as mais relevantes: o contismo, o personalismo, o neocontismo, o controlismo, o aziendalismo e o patrimonialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 Escola Contista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constituiu-se na primeira corrente de pensamento contábil (1494). Seu surgimento está relacionado aos estudos feitos pelos primeiros expositores do Método de Partidas Dobradas. Os defensores dessa corrente, adotaram como idéia básica o mecanismo das contas, centrando sua preocupação no seu funcionamento, esquecendo-se que a conta é apenas conseqüência das operações que acontecem numa entidade, e que essas operações devem merecer a máxima atenção da contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os criadores da escola contista, a preocupação central da contabilidade era com o processo de escrituração e com as técnicas de registro através das contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo das contas era sempre o de registrar uma dívida a receber ou a pagar, coincidindo com a origem do crédito nas relações comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o início do regime sócio-econômico, onde os meios de produção passaram a pertencer a qualquer pessoa que possuísse capital, as relações de crédito entre compradores e vendedores experimentaram um grande crescimento, fazendo com que as contas contábeis se constituíssem num dos mais hábeis instrumentos para o registro destas relações.&lt;br /&gt;A escola contista teve um grande impulso com os trabalhos de pesquisadores franceses, entre os quais Degranges que em 1795 divulgou a chamada teoria das cinco contas, baseada em estudo realizado em 1675 por Jacques Savary sobre a teoria geral das contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Degranges, o comércio tinha cinco (5) objetivos principais que permanentemente lhe serviam de meio de troca, sendo este fato a base de sua teoria. As cinco contas a que fazia referência eram: (1) Mercadorias, (2) Dinheiro, (3) Contas a Receber, (4) Contas a Pagar e (5) Lucros e Perdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na concepção do autor, deveria ser aberta uma conta para a pessoa com quem o comerciante mantinha transações a prazo e, ao mesmo tempo, abrir cinco para si mesmo, isto é, uma para mercadorias, uma para o caixa, uma para as contas a receber, uma para as contas a pagar e uma para o resultado. “Essas contas, na realidade, representavam o comerciante. Para ele, o lançamento a débito ou a crédito em uma dessas contas representava debitar ou creditar o próprio comerciante” (Schmidt, 2000, p.30). Esta teoria não teve boa aceitação, não se tornando universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este esquema de cinco contas, deu lugar ao surgimento de um Livro Diário/Razão de 6 colunas, no qual constavam ainda colunas para a data, detalhes, total, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1796, Jones apresentou o modelo inglês de registro baseado em dois livros principais: o diário e o razão e dois livros auxiliares: caixa e armazém (existências). Este autor teve o mérito de ser o primeiro a admitir a necessidade de realizar-se um controle numérico entre os livros principais, somando-se separadamente o diário e o razão para verificar a igualdade de ambas somas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação com a fidelidade das informações contidas no diário e no razão, revelou a necessidade de uma maior sistematização do processo de registro das operações, com a conseqüente melhoria na qualidade do produto deste processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, com o surgimento das sociedades com mais de um capitalista, criou-se a conta capital, considerada pelos contistas como uma dívida da empresa para com o capitalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais personagens do contismo foram: Fibonacci, Pegolotti, Pietra, Flori, Degranges, sendo que os mais destacados foram Cotrugli e Frei Luca Pacioli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frei Luca Pacioli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicou em Veneza (1ª edição em 10/11/1494), “La Summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni et Proportionalitá. Foi considerado um grande matemático do XV e ficou universalmente conhecido por ter incluído na Summa o Tratado XI, do título IX denominado “De computis et scripturis” (páginas 197 a 210), no qual consta o método de registro contábil de “Partidas Dobradas”, conhecido na época como método de Veneza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em 1458 Benedetto Cotrugli (comerciante) concluia um manuscrito de 160 páginas que tratava das partidas dobradas, cabendo a Pacioli o mérito de haver escrito o primeiro livro de contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificou a inclusão deste tratado na Summa por entender que os mercadores deveriam saber registrar corretamente suas contas e determinar o resultado do negócio. Acreditava que o comerciante deveria conhecer os registros contábeis e ter, a qualquer momento, a noção exata das transações efetuadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade Pacioli foi o primeiro grande divulgador deste método por coincidir a época de sua obra com a introdução da imprensa na Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicação do trabalho se deu em Veneza pois nessa cidade, na época, instalaram-se as principais tipografias e representava o centro do comércio mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No capítulo 1 do tratado XI Pacioli apresenta os três requisitos para que alguém possa ter um negócio: dinheiro ou propriedades, habilidades em cálculos mercantis e conhecimento de contabilidade. No final do capítulo faz referência ao Inventário, abrangendo a classificação, avaliação e registro de propriedades e a forma como deve ser arquivado e que esquema deve ser utilizado para o lançamento contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No capitulo 2 define e descreve o Inventário. No capítulo 3 apresenta um exemplo prático e no capítulo 4 algumas explicações sobre como registrar itens do inventário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo 5 é dedicado a forma de organizar os lançamentos contábeis. Explica os livros que deveriam ser usados, fazendo referência ao memoriale (livro em que as operações deveriam ser registradas à medida que iam ocorrendo, giornale (livro diário) e quaderno (livro razão). No capitulo 6 dá explicações sobre o memoriale Os demais livros são tratados nos capítulos seguintes, bem como detalhes de registros contábeis, forma de demonstrar as contas e como corrigir os erros cometidos nos registros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pacioli não propôs uma seqüência de lançamentos contábeis e sim exemplos isolados para ressaltar que os lançamentos deveriam ser feitos em dobro, ou seja, a débito e a crédito (Schmidt, 2000, p. 35-47).&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-8721892825076165091?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/8721892825076165091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-italiana.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8721892825076165091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8721892825076165091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/escolas-de-contabilidade-italiana.html' title='Escolas de Contabilidade - Italiana'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-8996962008546803168</id><published>2009-09-01T14:41:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T18:37:14.090-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolução Histórica da Contabilidade'/><title type='text'>Evolução Histórica da Contabilidade</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros sinais objetivos da existência da contabilidade, segundo alguns pesquisadores, foram observados por volta do ano 4.000 a C , na civilização Sumério-Babilonense e coincidiu com a invenção da escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras anotações eram feitas em termos físicos pois somente haviam trocas, o que fez com que sua evolução fosse bastante lenta. Em 1.100 a C, este quadro se alterou, por ocasião do surgimento da moeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há informações que os primeiros rudimentos de balanço surgiram no ano de 1.300 em Florença, Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os séculos XIII e XVII a contabilidade se distinguiu como uma disciplina adulta, justamente pelo fato de que neste período a atividade mercantil, econômica e cultural era muito importante, ou seja, a evolução da contabilidade sempre está associada ao desenvolvimento da sociedade como um todo. Esse fato tem feito que mais recentemente venha sendo considerada como pertencente ao ramo da ciência social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intensidade das atividades mercantis, econômicas e culturais, determinou o surgimento e domínio das escolas de contabilidade, notadamente na Itália.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-8996962008546803168?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/8996962008546803168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/evolucao-historica-da-contabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8996962008546803168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/8996962008546803168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/evolucao-historica-da-contabilidade.html' title='Evolução Histórica da Contabilidade'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-2122446871045390233</id><published>2009-09-01T13:28:00.000-07:00</published><updated>2009-09-13T07:39:27.449-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paginas'/><title type='text'>Videos</title><content type='html'>&lt;script type="text/javascript" src="http://www.youtubereloaded.com/embed/swfobject.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="YouTubeReloadedPlayer"&gt;This div will be replaced&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;var s1 = new SWFObject('http://www.youtubereloaded.com/embed/player.swf','ply','470','470','9','#');s1.addParam('allowfullscreen','true');s1.addParam('allowscriptaccess','always');s1.addParam('wmode','opaque');s1.addParam('flashvars','file=http%3A%2F%2Fwww.youtubereloaded.com%2Fplaylists%2Foitdypffpi.xml&amp;playlist=bottom&amp;frontcolor=cccccc&amp;lightcolor=66cc00&amp;skin=http://www.youtubereloaded.com/embed/skin2.swf&amp;backcolor=111111&amp;playlistsize=200&amp;shuffle=true');s1.write('YouTubeReloadedPlayer');&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-2122446871045390233?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/2122446871045390233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/videos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/2122446871045390233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/2122446871045390233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/videos.html' title='Videos'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8030692911770318667.post-5538802423020148662</id><published>2009-09-01T12:16:00.000-07:00</published><updated>2009-10-09T17:39:01.047-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paginas'/><title type='text'>Sobre este blog</title><content type='html'>A contabilidade é a ciência que estuda e controla o patrimônio como instrumento básico para a tomada de decisões. A teoria da contabilidade tem como finalidade obter subsídios suficientes para a aplicação do conhecimento prático no processo contábil. Sem a teoria o contador não tem ferramentas para sua a prática, assim como, sem a prática a teoria não faria sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8030692911770318667-5538802423020148662?l=teoriascontabeis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/feeds/5538802423020148662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/sobre.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/5538802423020148662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8030692911770318667/posts/default/5538802423020148662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriascontabeis.blogspot.com/2009/09/sobre.html' title='Sobre este blog'/><author><name>Luiz José</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07349491832706957519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
